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Justiça nega liberdade provisória a suspeito pela morte de motorista de aplicativo em São José

Tribunal de Justiça manteve as prisões preventivas dos dois acusados pelo assassinato de Carlos Eduardo de Farias, de 23 anos

Por Redação
REDAÇÃO

30/10/2025 • 16:22 • Atualizado em 30/10/2025 • 16:22

Vítima era Carlos Eduardo de Farias, de 23 anos

Vítima era Carlos Eduardo de Farias, de 23 anos

Reprodução/ Rede social

A Justiça negou o pedido de liberdade provisória de um dos suspeitos de envolvimento na morte do motorista de aplicativo de São José dos Campos Carlos Eduardo de Farias, de 23 anos.

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Segundo o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, o homem de 19 anos teve o pedido negado nesta quinta-feira (30).

O outro acusado pelo crime, Jonathan Eduardo Sousa Goulart, também teve solicitação de liberdade provisória indeferida no dia 17 de outubro.

Por meio de nota, a defesa de Jonathan afirma que continuará buscando pelos meios legais para que ele possa responder em liberdade. “Conforme consta dos autos não teve participação na morte da vítima. Se apresentou espontaneamente colaborando com a Justiça" diz o comunicado.

Dessa forma, os dois acusados envolvimento no caso de latrocínio seguem presos cautelarmente.

Relembre o caso

O motorista de aplicativo Carlos Eduardo de Farias, de 23 anos, foi morto em setembro, por criminosos que lhe roubaram R$ 600.

O jovem desapareceu após sair de casa em São José dos Campos no dia 5 de setembro para trabalhar. Ele costumava mandar mensagens para a família avisando o endereço por onde fazia as corridas, mas isso não aconteceu no dia.

A mãe de Carlos registrou boletim de ocorrência e a polícia deu início às buscas, tendo localizado o veículo abandonado na zona sul da cidade na madrugada de domingo (7).

A primeira prisão foi realizada pela polícia no mesmo dia em que o carro foi localizado, a partir de informações da conta bancária da vítima, onde foi constatada uma transferência para um dos suspeitos, que realizou o saque em um terminal.

O indivíduo que recebeu o saque foi identificado e localizado em sua residência. Ele disse que um amigo pediu para que recebesse o dinheiro e o transferisse e ele o fez. No entanto, o rapaz alegou desconhecer a vítima.

Após isso o suspeito foi localizado em uma adega e confessou ter efetuado três disparos contra Carlos, indicando o local onde o corpo estava. Ele foi preso e teve a prisão em flagrante convertida para preventiva após audiência de custódia.

O segundo suspeito foi identificado pela polícia e teve a prisão decretada. Ele estava foragido e se entrego na delegacia no dia 9 de setembro.

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