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Justiça nega pedido de retirada de tornozeleira eletrônica de Gil Rugai

Condenado por matar o pai e a madrasta, ele cumpriu 20 anos de pena preso em Tremembé, até que em 2024 conseguiu autorização da Justiça para o regime aberto

Por Redação
REDAÇÃO

14/11/2025 • 16:41 • Atualizado em 14/11/2025 • 16:41

Gil Rugai deixou a Cadeia de Tremembé em agosto de 2024 para cumprir pena em regime aberto

Gil Rugai deixou a Cadeia de Tremembé em agosto de 2024 para cumprir pena em regime aberto

Reprodução/ Radio Bandeirantes

A Justiça negou o pedido de retirada da tornozeleira eletrônica feito pela defesa de Gil Rugai, condenado pelo assassinato do próprio pai e da madrasta em 2004.

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Segundo a Justiça, a quantidade de pena imposta a Gil exige cautela, devido à possibilidade de descumprimento das condições do regime de liberdade.

Além disso, o laudo psicológico do condenado indicou que ele apresenta mudanças bruscas de humor, sentimentos instáveis e baixa tolerância à frustração, fatores que podem levar a reações impulsivas e dificultar a convivência social.

No entanto, o relatório também destacou que Gil possui noção da realidade e mantém preservadas suas capacidades intelectuais e emocionais, como entendimento, discernimento e autodeterminação. A Justiça avaliou que, mesmo com essas habilidades, não há elementos que justifiquem a retirada da tornozeleira eletrônica, reforçando a necessidade de acompanhamento contínuo caso haja reintegração social.

Gil Rugai foi condenado a 36 anos de prisão pelo assassinato de seu pai, Luiz Carlos Rugai, e de sua madrasta, Alessandra Troitino, em 2004. Ele deixou a chamada “cadeia dos famosos” em Tremembé em agosto de 2024, após cumprir 20 anos preso, quando a Justiça lhe concedeu a progressão para o regime aberto.

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