
Gil Rugai deixou a Cadeia de Tremembé em agosto de 2024 para cumprir pena em regime aberto
Reprodução/ Radio Bandeirantes
A Justiça negou o pedido de retirada da tornozeleira eletrônica feito pela defesa de Gil Rugai, condenado pelo assassinato do próprio pai e da madrasta em 2004.
Segundo a Justiça, a quantidade de pena imposta a Gil exige cautela, devido à possibilidade de descumprimento das condições do regime de liberdade.
Além disso, o laudo psicológico do condenado indicou que ele apresenta mudanças bruscas de humor, sentimentos instáveis e baixa tolerância à frustração, fatores que podem levar a reações impulsivas e dificultar a convivência social.
No entanto, o relatório também destacou que Gil possui noção da realidade e mantém preservadas suas capacidades intelectuais e emocionais, como entendimento, discernimento e autodeterminação. A Justiça avaliou que, mesmo com essas habilidades, não há elementos que justifiquem a retirada da tornozeleira eletrônica, reforçando a necessidade de acompanhamento contínuo caso haja reintegração social.
Gil Rugai foi condenado a 36 anos de prisão pelo assassinato de seu pai, Luiz Carlos Rugai, e de sua madrasta, Alessandra Troitino, em 2004. Ele deixou a chamada “cadeia dos famosos” em Tremembé em agosto de 2024, após cumprir 20 anos preso, quando a Justiça lhe concedeu a progressão para o regime aberto.
Newsletter Notícias
Inscreva-se na nossa newsletter e receba as notícias mais importantes do dia direto no seu e-mail.
Selecione os seus temas favoritos:

