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PF cumpre mandados para investigar crimes de estelionato no Vale do Paraíba

Ação aconteceu na manhã desta terça-feira (20), em duas residências localizadas na cidade de Barueri

Redação Band Vale
REDAÇÃO BAND VALE

20/01/2026 • 11:01 • Atualizado em 20/01/2026 • 11:01

PF cumpre mandados para investigar crimes de estelionato no Vale do Paraíba

PF cumpre mandados para investigar crimes de estelionato no Vale do Paraíba

Divulgação PF

A Polícia Federal cumpriu na manhã desta terça-feira (20), dois mandados de busca e apreensão no âmbito de investigação voltada à repressão dos crimes de associação criminosa e estelionato praticados em detrimento da Caixa Econômica Federal. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em São José dos Campos, e cumpridas em duas residências localizadas na cidade de Barueri.

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De acordo com as informações da PF, a investigação faz parte de uma série de inquéritos policiais onde são investigadas pessoas que utilizaram documentos falsos, em nome de terceiros, para abertura de contas bancárias junto à Caixa Econômica Federal no eixo Jacareí– Taubaté e obtenção de valores a título de empréstimos.

Esses valores foram transferidos, na sequência, para várias outras contas bancárias de “laranjas”, denominadas contas de passagem, e posteriormente sacados por integrantes da quadrilha. Ainda de acordo com a Polícia Federal, somente na região, o prejuízo à Caixa atinge mais de meio milhão de reais.

Nesta fase das investigações, iniciadas em junho de 2023, as ações tiveram como alvos duas pessoas identificadas como responsáveis pelo uso de documentos falsos para abertura das contas bancárias e contratação de empréstimos. Foram apreendidos aparelhos celulares que serão periciados e analisados em busca de informações que possam contribuir para a identificação dos demais membros da associação criminosa, além de documentos falsos utilizados para a prática do crime.

As penas máximas previstas para os crimes sob investigação, se somadas, podem chegar a 13 anos de prisão. Até o momento, ninguém foi preso. O caso segue em investigação.

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