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Pinguins são reintroduzidos à natureza após reabilitação no Instituto Argonauta em Ubatuba

Um grupo de 17 pinguins-de-magalhães (Spheniscus magellanicus) foi solto em alto-mar

Redação Band Vale
REDAÇÃO BAND VALE

10/11/2025 • 11:31 • Atualizado em 10/11/2025 • 11:31

Um grupo de 17 pinguins-de-magalhães (Spheniscus magellanicus) foram reintroduzidos à natureza após um período de reabilitação no Instituto Argonauta, em Ubatuba, no Litoral Norte de São Paulo.

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Após o período de reabilitação, com exames e acompanhamento médico veterinário, os pinguins passaram por um teste de impermeabilização, receberam um microchip e tiveram alta para soltura.

“A soltura dos animais foi realizada em alto-mar, na corrente do Brasil (que flui para o Sul, até a costa do Uruguai) de modo que ajude os pinguins em sua jornada de volta para seu hábitat, nas costas da Argentina, Chile e Ilhas Malvinas”, explica o oceanógrafo Hugo Gallo Neto, Presidente do Instituto Argonauta.

As informações oceanográficas para análise das condições para a soltura foram fornecidas por meio de uma parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), através da equipe do Dr. Milton Kampell da Coordenação de Ciências do Sistema Terrestre – Divisão de Observação da Terra e Geoinformática.

A melhor época para a realização da soltura seria durante o período de ocorrência dos pinguins na costa brasileira, já que eles migram nos meses de inverno rumo à região Sul e Sudeste para se alimentarem. Porém, com a necessidade de formar um grupo de animais e adequar a soltura às condições mais favoráveis de correntes marítimas, a operação foi adiada para dezembro e transcorreu de forma bem-sucedida, explica a bióloga Carla Beatriz Barbosa, coordenadora do PMP-BS no trecho 10 pelo Instituto Argonauta.

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