
Polícia Civil investiga Clínica ALMAI e outras clínicas
Divulgação
A Clínica ALMAI, por meio do Instituto de Desenvolvimento Neurológico ALMAI, está entre as clínicas investigadas em uma operação conduzida pela Polícia Civil no litoral de São Paulo. A apuração envolve suspeitas de irregularidades no atendimento a crianças diagnosticadas com transtorno do espectro autista (TEA), além de possíveis crimes de natureza patrimonial e documental.
De acordo com as investigações, a operação foi deflagrada após o recebimento de denúncias encaminhadas a planos de saúde e a conselhos profissionais, apontando práticas que estariam em desacordo com protocolos técnicos e éticos aplicáveis ao atendimento de crianças com TEA. Entre os pontos apurados, constam relatos de submissão de pacientes a cargas excessivas de terapias, consideradas incompatíveis com parâmetros clínicos recomendados.
As denúncias também indicam a possibilidade de atendimentos realizados por estagiários ou profissionais sem a formação adequada exigida para esse tipo de tratamento, sem ciência ou autorização prévia dos pais ou responsáveis legais, bem como dos próprios convênios médicos responsáveis pelo custeio das terapias.
Outro eixo central da investigação envolve suspeitas de fraudes em registros e documentos utilizados para faturamento junto a planos de saúde. As autoridades apuram o eventual lançamento de informações inverídicas em sistemas internos, incluindo o registro de sessões terapêuticas que, em tese, não teriam sido efetivamente realizadas. Há ainda indícios do uso indevido de dados pessoais e senhas de pacientes para a validação de atendimentos inexistentes, com o objetivo de obtenção de vantagem financeira.
No curso das apurações, surgiram também referências a um áudio atribuído ao responsável por uma das clínicas investigadas, no qual haveria menção à recusa de pacientes que realizariam poucas horas de terapia, sob a alegação de inviabilidade financeira do atendimento. Esse material integra o conjunto de elementos que está sendo analisado pelas autoridades policiais.
A operação realizada pela Polícia Civil resultou na apreensão de documentos físicos e equipamentos eletrônicos, que passarão por perícia técnica. O inquérito policial segue em andamento, e os fatos ainda estão sob investigação, não havendo, até o momento, conclusão definitiva ou responsabilização formal.
O caso reacende o debate sobre a fiscalização de clínicas especializadas no atendimento a crianças com transtorno do espectro autista, a transparência nos contratos firmados com planos de saúde e a necessidade de rigor no cumprimento de protocolos clínicos, éticos e legais voltados à proteção dos pacientes e de suas famílias.
A Clínica ALMAI, por meio do Instituto de Desenvolvimento Neurológico ALMAI, está entre as clínicas investigadas em uma operação conduzida pela Polícia Civil no litoral de São Paulo. A apuração envolve suspeitas de irregularidades no atendimento a crianças diagnosticadas com transtorno do espectro autista (TEA), além de possíveis crimes de natureza patrimonial e documental.
De acordo com as investigações, a operação foi deflagrada após o recebimento de denúncias encaminhadas a planos de saúde e a conselhos profissionais, apontando práticas que estariam em desacordo com protocolos técnicos e éticos aplicáveis ao atendimento de crianças com TEA. Entre os pontos apurados, constam relatos de submissão de pacientes a cargas excessivas de terapias, consideradas incompatíveis com parâmetros clínicos recomendados.
As denúncias também indicam a possibilidade de atendimentos realizados por estagiários ou profissionais sem a formação adequada exigida para esse tipo de tratamento, sem ciência ou autorização prévia dos pais ou responsáveis legais, bem como dos próprios convênios médicos responsáveis pelo custeio das terapias.
Outro eixo central da investigação envolve suspeitas de fraudes em registros e documentos utilizados para faturamento junto a planos de saúde. As autoridades apuram o eventual lançamento de informações inverídicas em sistemas internos, incluindo o registro de sessões terapêuticas que, em tese, não teriam sido efetivamente realizadas. Há ainda indícios do uso indevido de dados pessoais e senhas de pacientes para a validação de atendimentos inexistentes, com o objetivo de obtenção de vantagem financeira.
No curso das apurações, surgiram também referências a um áudio atribuído ao responsável por uma das clínicas investigadas, no qual haveria menção à recusa de pacientes que realizariam poucas horas de terapia, sob a alegação de inviabilidade financeira do atendimento. Esse material integra o conjunto de elementos que está sendo analisado pelas autoridades policiais.
A operação realizada pela Polícia Civil resultou na apreensão de documentos físicos e equipamentos eletrônicos, que passarão por perícia técnica. O inquérito policial segue em andamento, e os fatos ainda estão sob investigação, não havendo, até o momento, conclusão definitiva ou responsabilização formal.
O caso reacende o debate sobre a fiscalização de clínicas especializadas no atendimento a crianças com transtorno do espectro autista, a transparência nos contratos firmados com planos de saúde e a necessidade de rigor no cumprimento de protocolos clínicos, éticos e legais voltados à proteção dos pacientes e de suas famílias.
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