
AGEMVALE suspende edital do “Muralha Paulista” que previa instalação de câmeras no Vale do Paraíba
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A AGEMVALE (Agência Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte) suspendeu, por tempo indeterminado, o edital que escolheria a empresa responsável por instalar novas câmeras do Programa Muralha Paulista no Vale do Paraíba e Litoral Norte. O pregão, previsto para ocorrer entre outubro e novembro, foi interrompido depois que o Tribunal de Contas do Estado recebeu pedidos de análise e determinou medidas cautelares.
O edital incluía a contratação de câmeras, rede de transmissão e um sistema único de armazenamento, que permitiria compartilhar imagens entre diferentes órgãos de segurança. Com a suspensão, a instalação de cerca de 350 novas câmeras fica adiada. A decisão não cancela o projeto, mas ele só poderá avançar após o TCE-SP (Tribunal de Contra do Estado de SP) concluir a avaliação dos questionamentos apresentados.
O adiamento impacta diretamente as cidades da região, que esperavam reforço no monitoramento para apoiar investigações, localizar veículos, combater furtos e ajudar no controle do trânsito. Também ficam parados os investimentos previstos em infraestrutura de dados e nos centros de controle que receberiam as imagens.
A retomada do pregão depende do Tribunal de Contas, que poderá liberar, ajustar ou até substituir o edital. A AGEMVALE informou que fará novos comunicados quando houver definição, enquanto prefeituras, empresas e moradores aguardam a reabertura do processo para que as novas câmeras possam começar a ser instaladas.
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