
Skokka aposta em formação digital e empoderamento feminino
Divulgação
O compromisso do Skokka Brasil com a autonomia feminina no Brasil ganha um novo capítulo em 2026. Empresa madrinha da Associação Fala Mulher desde janeiro de 2025, a marca dá continuidade a essa relação com um programa estruturado de formação gratuita voltado a mulheres em situação de vulnerabilidade social. São cinco workshops que percorrem temas como inclusão digital, empreendedorismo, segurança online, inteligência artificial e empoderamento feminino, num movimento que deixa de ser ação pontual para se firmar como parceria contínua e planejada.
A iniciativa nasce dentro do trabalho já desenvolvido pela Associação Fala Mulher e seus centros de acolhimento. Há anos, a organização se dedica ao acolhimento, à orientação e ao fortalecimento da autonomia de mulheres que enfrentam contextos de vulnerabilidade, sob o lema de empoderar mulheres e fortalecer famílias. Ao somar recursos e conteúdo a esse trabalho, o Skokka contribui para ampliar o alcance de uma rede de apoio que já é referência em sua atuação.
Uma jornada construída ao longo de cinco encontros
O programa está previsto para acontecer entre agosto e dezembro de 2026, com a proposta de um encontro por mês. A ideia é que cada workshop tenha duração aproximada de duas horas e adote formato presencial e híbrido, com transmissão online simultânea, de modo a alcançar mulheres de diferentes territórios. A expectativa é reunir um bom número de participantes online a cada encontro, além do público presencial atendido pelos centros da ONG Fala Mulher, com inscrição prévia e gratuita e ampla divulgação junto à rede de atendimento e à comunidade interessada.
Mais do que uma sequência de aulas, a proposta busca criar um espaço seguro de aprendizado e convivência, no qual cada participante seja protagonista da própria trajetória. A intenção é que os encontros combinem conteúdo prático, rodas de conversa e troca de experiências, num ambiente pensado para ser acolhedor e acessível. A cada workshop, as participantes devem receber um certificado de conclusão que valoriza o percurso, e a organização planeja distribuir pequenas surpresas ao longo do programa como forma de reconhecer e incentivar a presença das mulheres.
A ideia é que cada mês traga um eixo temático que dialogue com o anterior e construa, ao final, uma formação completa. Entre os temas previstos estão a segurança na internet e a proteção de dados, as estratégias de vendas e atendimento ao cliente e o marketing voltado a empreendedoras, com foco em divulgação de produtos e presença nas redes. A partir daí, o programa deve avançar para dois de seus pontos mais aguardados.
Inteligência artificial como ferramenta de autonomia
Em novembro, o eixo dedicado à inteligência artificial conecta um dos temas mais atuais do momento à realidade de mulheres em situação de vulnerabilidade. A proposta apresenta ferramentas acessíveis, como recursos de texto e imagem, plataformas de design e edição de vídeo, e mostra como aplicá-las no cotidiano e no trabalho. O recorte é importante porque enfrenta um risco real, o de que a tecnologia se torne mais uma fronteira de exclusão. Ao levar a IA para dentro do programa, o Skokka e a Associação Fala Mulher reforçam a ideia de que essa tecnologia pode ser instrumento de independência, e não de distanciamento.
Histórias que inspiram no encerramento
O último encontro, em dezembro, deve fechar a jornada com uma roda de conversa sobre superação e liderança. A expectativa é que a atividade reúna personalidades femininas relevantes do cenário brasileiro, que compartilharão trajetórias profissionais, desafios e conquistas em um bate-papo aberto às participantes.
A escolha reforça um dos objetivos centrais do programa, o de promover inspiração e fortalecer a rede de apoio entre as participantes por meio de exemplos concretos de mulheres que abriram caminho em suas carreiras.
Um compromisso social de longo prazo
O programa é uma expressão concreta do investimento social do Skokka no país. Ao apoiar a Associação Fala Mulher de forma contínua desde 2025 e ampliar essa atuação em 2026, a marca demonstra que enxerga a autonomia feminina e a inclusão social como uma agenda de longo prazo, e não como gesto isolado. Investir em formação, tecnologia e acolhimento significa oferecer a mais mulheres o acesso ao conhecimento, à qualificação e às ferramentas necessárias para fortalecer sua independência e construir novas possibilidades pessoais e profissionais. É um impacto que se mede em mulheres formadas, comunidades fortalecidas e autonomia ampliada, ao longo de toda uma jornada pensada para durar.
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