
Trabalhadores da Urbam votam greve por falta de acordo com a empresa
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Os trabalhadores da Urbam (Urbanizadora Municipal) votam, em assembleia, a possibilidade de entrar em greve a partir desta segunda-feira (13). A decisão acontece por falta de avanço nas negociações com a empresa.
Segundo o sindicato, a medida foi tomada após a empresa não apresentar respostas concretas para as reivindicações da categoria.
Entre os principais pedidos estão o cumprimento de decisões judiciais já existentes, como o pagamento de adicional de insalubridade, a progressão salarial e a participação nos lucros e resultados (PLR).
Os trabalhadores também relatam pressão no ambiente de trabalho, possíveis perseguições internas e condições que, segundo eles, afetam a saúde e a dignidade dos funcionários. Outro ponto levantado é a falta de um convênio médico que atenda de forma adequada os empregados e seus familiares.
Em nota, a representação da categoria afirma que a greve é necessária diante da falta de diálogo com a empresa e pede respeito aos direitos dos trabalhadores, além de melhores condições de trabalho.
Em nota, a Urbam afirma que repudia o movimento de greve conduzido pelo sindicato da categoria, que, de forma irresponsável, vem prejudicando diretamente a população de São José dos Campos ao comprometer a prestação de serviços essenciais. A paralisação impacta serviços como a varrição e a coleta seletiva, gerando transtornos à cidade.
Leia a nota na íntegra:
A Urbam repudia o movimento de greve conduzido pelo sindicato da categoria, que, de forma irresponsável, vem prejudicando diretamente a população de São José dos Campos ao comprometer a prestação de serviços essenciais. A paralisação impacta serviços como a varrição e a coleta seletiva, gerando transtornos à cidade. Ressaltamos ainda o fato de que colaboradores que desejam exercer suas funções estejam sendo impedidos de trabalhar por manifestantes ligados ao movimento. A Urbam reforça que não compactua com práticas que penalizam a população e informa que seu departamento jurídico adotará todas as medidas legais cabíveis para garantir a continuidade dos serviços essenciais. Paralelamente, a empresa já opera com um plano de contingência para minimizar os impactos causados pela paralisação, reafirmando seu compromisso com a cidade e com a população.
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