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Vacinação de HPV para jovens de 15 a 19 anos é prorrogada até o fim do ano

Iniciativa do SUS busca imunizar quem perdeu o prazo e reforçar a prevenção contra diversos tipos de câncer e doenças associadas ao vírus

REDAÇÃO BAND VALE
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06/07/2026 • 14:39 • Atualizado em 06/07/2026 • 14:39

Vacinação de HPV para jovens de 15 a 19 anos é prorrogada até o fim do ano

Vacinação de HPV para jovens de 15 a 19 anos é prorrogada até o fim do ano

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A vacinação contra o HPV (papilomavírus humano) para jovens de 15 a 19 anos foi oficialmente prorrogada até o dia 31 de dezembro. A medida busca alcançar as pessoas que não foram imunizadas na idade recomendada ou que não possuem registro vacinal, garantindo maior proteção individual e coletiva contra infecções sexualmente transmissíveis e enfermidades graves.

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Quem pode receber a vacina contra o HPV?

O Calendário Nacional de Vacinação estabelece que o esquema regular é indicado para meninas e meninos de 9 a 14 anos. No entanto, a estratégia atual de "resgate" permite que o público de até 19 anos aproveite a prorrogação para colocar a caderneta em dia.

Além desse grupo, o imunizante continua disponível para públicos específicos que apresentam condições de saúde de maior vulnerabilidade, incluindo:

  • Pessoas vivendo com HIV;
  • Transplantados e pacientes oncológicos;
  • Usuários de PrEP (Profilaxia Pré-Exposição);
  • Pessoas com papilomatose respiratória recorrente.

A vacina contra o HPV é considerada a forma mais eficaz de prevenção contra o vírus, que afeta a pele e as mucosas, sendo uma das infecções mais comuns no mundo. Existem mais de 200 tipos de HPV; enquanto alguns causam verrugas anogenitais, outros tipos de alto risco estão diretamente ligados ao surgimento de câncer de colo do útero, ânus, pênis, boca e garganta.

Como consultar sua situação vacinal

Os jovens e responsáveis que tenham dúvidas sobre a imunização podem consultar o histórico de doses através do aplicativo Meu SUS Digital. Para se vacinar, basta procurar a UBS mais próxima com um documento de identificação e, se possível, a carteira de vacinação em mãos.

Caso a infecção seja confirmada, o SUS também oferece o tratamento necessário, que deve sempre ser orientado por um profissional de saúde para definir a melhor conduta médica.