Localizada entre São Paulo e Rio de Janeiro, Taubaté é facilmente acessível pela Via Dutra (BR-116) e encanta tanto por sua importância histórica quanto por suas paisagens e tradição. Conhecida como a terra de Monteiro Lobato, é também um centro de cultura popular e arte. Cheia de museus, festas típicas e uma ligação forte com as artes, num geral, representada por personalidades na música, como Fêgo Camargo e Celi Campelo, no cinema com Mazzaropi e, na atualidade, Jeferson De entre outros inúmeros nomes taubateanos.
Onde ficar
Taubaté oferece opções variadas de hospedagem, tanto no centro quanto em áreas mais tranquilas, com foco em quem busca turismo cultural ou está a caminho da Serra da Mantiqueira.
– San Michel Palace Hotel – ideal para quem quer conforto e boa localização
– Ibis Styles Taubaté – moderno e prático, ótimo para famílias e viagens rápidas
– Carlton Plaza Hotel Baobá – mais afastada, porém confortável e charmoso
Onde comer
A gastronomia taubateana tem raízes na roça, com pratos caseiros e muito sabor, mas se você pensa que só do tradicional vive a cidade, está muito enganado. Existem opções modernas e com música ao vivo.
– Trêz Bar e Gastronomia – foi o restaurante escolhido para as nossas jantas. Hambúrgueres frescos e suculentos, uma batata rústica crocante e salgadinha e, pra coroar com chave de ouro, provamos o drink vencedor do Festival Mazzaropi.
– Raiz Beergarden – em Quiririm, nossa escolha foi o Raiz. Um almoço gostoso, próximo da natureza e com aquele climinha de fazenda.
– Jardim Cultural Pocket, que reúne gastronomia variada com música ao vivo
O que visitar
– Sítio do Picapau Amarelo: um passeio imperdível para crianças e adultos que cresceram com as histórias do Visconde, da Emília e da Narizinho.
– Museu Monteiro Lobato: localizado na casa onde o escritor nasceu, o espaço preserva objetos pessoais e promove oficinas culturais.
– Museu da Imigração Italiana: resgata a história das famílias que ajudaram a construir a cidade.
– Igreja Matriz de São Francisco das Chagas: marco da fé e da arquitetura barroca.
– Horto Municipal: refúgio verde no coração da cidade, ótimo para caminhadas, piqueniques e contato com a natureza.
No episódio passado…
Matheus Dias abriu o programa resgatando as origens de Taubaté — desde os povos indígenas que habitaram a região até os ciclos do ouro, do café e da industrialização. No quadro “Tá Escrito”, a historiadora Rachel Abdala, presidente do Conselho de Patrimônio, destacou a escassez de registros sobre os povos pré-coloniais e reforçou a importância de valorizar a chamada “história sensível”. Taubaté viveu intensamente os três grandes períodos do Brasil: Colônia, Império e República. O ciclo do café teve papel central no desenvolvimento da cidade, especialmente pela proximidade com o Rio de Janeiro e o escoamento facilitado pela malha ferroviária.
No quadro “Vale a Pena Visitar”, o destaque foi Quiririm, distrito de colonização italiana que preserva até hoje sua arquitetura, culinária e tradições. No Museu da Imigração Italiana, Matheus conversou com Ana Carolina Gadioli sobre a história da família que ocupou o sobrado onde hoje funciona o museu, e conheceu detalhes sobre a tradicional Festa de Quiririm — que acontece entre o fim de abril e o início de maio.
Bia Machado foi até os Sertões de Taubaté, onde encontrou Silésio Tomé, idealizador do projeto que promove o turismo rural e valoriza a cultura caipira da região. A bordo de um ônibus e até em um passeio de trator, Bia conheceu um outro lado da cidade, longe do centro urbano e cheio de história viva.
No quadro “Só Tem em Taubaté”, a turismóloga Solange Barbosa — consultora da UNESCO e criadora da Rota da Liberdade — trouxe reflexões sobre o papel da cidade no fortalecimento da cultura afro-brasileira. Uma das histórias mais emocionantes foi sobre Emília, considerada a primeira abayomi brasileira.
As dicas culturais da Bia foram imperdíveis:
– Museu Mazzaropi
– Casa do Figureiro
– Projeto Selva Viva
– Sítio do Picapau Amarelo
– Pinacoteca
– Museu de História Natural
– MISTAU
Encerramento musical
O episódio terminou com a participação emocionante de Carol Claro, cantora que compartilhou sua trajetória artística e espiritual. Ela contou como a música, a fé e o amor por sua filha se entrelaçaram em um processo profundo de reencontro com a arte e consigo mesma.
Próximo destino
No próximo domingo, às 10h da manhã na Band Vale, o “Vale a Pena Conhecer” segue viagem rumo a Pindamonhangaba — cidade de fé, natureza e história, aos pés da Serra da Mantiqueira. Não perca!
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