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Fora da pista, dentro do jogo

Eventos esportivos de alto desempenho deixaram de ser vitrine exclusiva de patrocinadores oficiais. Cada vez mais, empresas diversas enxergam nesses palcos,

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04/09/2026 15:08 • Atualizado há 8 dias

Fora da pista, dentro do jogo

Eventos esportivos de alto desempenho deixaram de ser vitrine exclusiva de patrocinadores oficiais. Cada vez mais, empresas diversas enxergam nesses palcos, como o automobilismo, uma oportunidade de aproximação com clientes, parceiros e talentos, mesmo sem ocupar o papel formal de patrocinadoras. É dentro dessa lógica que a LUZA Group, multinacional de engenharia e tecnologia, marca presença na Porsche Cup Brasil, acompanhando de perto uma das categorias mais tradicionais do automobilismo nacional.

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Na etapa, a marca aparece plotada no carro, mas o principal, segundo a empresa, está fora da pista: a chance de se aproximar de clientes, prospects e parceiros do setor automotivo que também acompanham o campeonato de perto.

"Não estamos ali só para aparecer no carro, mas porque é onde a nossa conversa com o mercado automotivo acontece naturalmente, entre engenheiros, gestores de operação e quem decide sobre inovação nas montadoras e fornecedoras", afirma Tiago Monteiro, fundador e CEO da LUZA Group.

A conexão da empresa com o automobilismo não nasceu agora. Monteiro é engenheiro mecânico formado pela FEUP (Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto) e começou a carreira ainda adolescente em uma empresa de moldes para a indústria automotiva, setor que, décadas depois, segue como um dos pilares de atuação da LUZA Group. A presença na Porsche Cup Brasil, mais do que uma ação pontual de marketing, reforça um posicionamento que já está no histórico da empresa.

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É nesse ponto que a estratégia se conecta ao modelo de negócio adotado: engenharia como serviço (engineering as a service). A multinacional forma e disponibiliza squads de engenheiros sob demanda para companhias que precisam de capacidade técnica especializada sem os custos e prazos de uma contratação tradicional, um modelo especialmente relevante para setores marcados por picos de projeto, ciclos de inovação acelerados e escassez de mão de obra qualificada.

"Grandes eventos presenciais viraram parte da nossa estratégia comercial, não só institucional. É ali que a gente senta, ouve a dor de quem está gerindo a operação e mostra, na prática, como conseguimos formar uma equipe de engenharia em tempo recorde", complementa o CEO.

A expectativa da empresa é ampliar esse tipo de presença ao longo dos próximos meses, priorizando eventos onde o público seja diretamente relevante para os setores em que a empresa atua. Indo além da aposta em visibilidade, a companhia acredita que proximidade física com o mercado segue sendo um dos ativos mais valiosos em um cenário de negócios extremamente digital.

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