Alckmin classifica como ‘positiva’ a redução das tarifas dos EUA sobre importações agrícolas
Apesar da medida, vice-presidente diz que ainda são necessárias negociações para reduzir taxas restantes

O vice-presidente e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, classificou, neste sábado (15), como “positiva” e “na direção correta” a decisão dos Estados Unidos de reduzir em 10% as tarifas de importações agrícolas brasileiras, que incluem produtos como café e carne bovina.
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Na última sexta-feira (14), o presidente norte-americano, Donald Trump, assinou uma ordem executiva retirando as chamadas tarifas ‘recíprocas’ aplicadas pelo republicano em abril contra países que estariam tendo um superávit nas negociações com os EUA.
"Foi positiva. Vamos continuar trabalhando. Conversa do presidente Lula com Trump foi importante no sentido da negociação e, também, a conversa do chanceler Mauro Vieira com o secretário Marco Rubio", declarou Alckmin.
Apesar da redução, Alckmin disse que o ‘tarifaço’ de 40%, que segue valendo para uma série de produtos, é uma “distorção”, que precisa ser “corrigida” com negociações.
De acordo com o governo federal, cerca de 200 produtos alimentícios, incluindo café e carne bovina, estão dentro do escopo das taxas diminuídas.
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A expectativa para um possível acordo entre o Brasil e os EUA aumentou nos últimos meses. Em outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com Trump, na Malásia. Já na última terça-feira (12), o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, se encontrou com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.
Apesar das conversas, o republicano declarou que não deve mexer mais nas alíquotas que vigoram atualmente.
“Acabamos de fazer um pequeno recuo, os preços do café estavam um pouco altos; agora, em muito pouco tempo, eles estarão mais baixos”, disse o norte-americano.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
