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Alckmin classifica como ‘positiva’ a redução das tarifas dos EUA sobre importações agrícolas

Apesar da medida, vice-presidente diz que ainda são necessárias negociações para reduzir taxas restantes

Da redação
DA REDAÇÃO

15/11/2025 • 22:40 • Atualizado em 15/11/2025 • 22:40

Alckmin

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Resumo

Redução de tarifas de importação agrícola dos Estados Unidos para o Brasil, anunciada por Donald Trump, inclui café e carne bovina e foi considerada positiva por Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro da Indústria.

Negociações diplomáticas envolveram encontros entre o presidente Lula e Trump na Malásia, além de conversas entre o chanceler Mauro Vieira e o secretário norte-americano Marco Rubio, visando acordos comerciais mais vantajosos.

Persistência de tarifa de 40% sobre diversos produtos é vista como distorção por Alckmin, que defende correções por meio de novas negociações, enquanto Trump afirma não pretender novas reduções nas alíquotas atuais.

O vice-presidente e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, classificou, neste sábado (15), como “positiva” e “na direção correta” a decisão dos Estados Unidos de reduzir em 10% as tarifas de importações agrícolas brasileiras, que incluem produtos como café e carne bovina.

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Na última sexta-feira (14), o presidente norte-americano, Donald Trump, assinou uma ordem executiva retirando as chamadas tarifas ‘recíprocas’ aplicadas pelo republicano em abril contra países que estariam tendo um superávit nas negociações com os EUA.

"Foi positiva. Vamos continuar trabalhando. Conversa do presidente Lula com Trump foi importante no sentido da negociação e, também, a conversa do chanceler Mauro Vieira com o secretário Marco Rubio", declarou Alckmin.

Apesar da redução, Alckmin disse que o ‘tarifaço’ de 40%, que segue valendo para uma série de produtos, é uma “distorção”, que precisa ser “corrigida” com negociações.

De acordo com o governo federal, cerca de 200 produtos alimentícios, incluindo café e carne bovina, estão dentro do escopo das taxas diminuídas.

A expectativa para um possível acordo entre o Brasil e os EUA aumentou nos últimos meses. Em outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com Trump, na Malásia. Já na última terça-feira (12), o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, se encontrou com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.

Apesar das conversas, o republicano declarou que não deve mexer mais nas alíquotas que vigoram atualmente.

“Acabamos de fazer um pequeno recuo, os preços do café estavam um pouco altos; agora, em muito pouco tempo, eles estarão mais baixos”, disse o norte-americano.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.