O âncora e colunista Carlos Andreazza analisa a movimentação política de figuras como Davi Alcolumbre e Hugo Motta, que apostam na reeleição de Lula em 2026 como uma estratégia de sobrevivência para garantir a continuidade nas presidências do Senado e da Câmara em 2027.
Além da disputa pelo controle das mesas diretoras e de interesses que vão de investigações da Polícia Federal a cálculos eleitorais locais, Andreazza destaca o papel de mediação exercido pelo ministro Alexandre de Moraes.
O magistrado também atua para estreitar laços e pacificar relações com o presidente Lula, visando conter eventuais desgastes institucionais e o risco de investidas contra ministros do Supremo Tribunal Federal no próximo mandato.
Para Andreazza, o arranjo expõe uma teia de conveniências onde o lema informal é "ninguém solta a mão de ninguém". A aproximação entre o Executivo, o Judiciário e os líderes do Legislativo reflete uma tentativa mútua de preservação do poder.
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