
Cleitinho Azevedo, senador de Minas Gerais pelo Republicanos
Ton Molina/Agência Senado
O senador Cleitinho decidiu não disputar o governo de Minas Gerais e, segundo o colunista e âncora Carlos Andreazza, o movimento pode indicar uma estratégia voltada para a eleição presidencial de 2030. A análise destaca a busca do parlamentar por consolidar uma imagem própria no campo da direita.
Andreazza avalia que Cleitinho usa o mandato no Senado como uma plataforma política, com discurso independente e capacidade de diálogo em diferentes temas. Para o comentarista, a escolha de permanecer no cargo evita a exposição de uma disputa estadual e mantém espaço para novos projetos.
O cenário pós-Bolsonaro e pós-Lula já movimenta lideranças políticas, com disputas internas por protagonismo na direita. O colunista aponta que a relação de Cleitinho com o Republicanos e os próximos passos do senador serão pontos de atenção nos próximos anos.
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