O âncora e colunista Carlos Andreazza critica a quebra do sigilo da fonte jornalística no caso envolvendo o jornalista Luiz Pablo e o ministro Flávio Dino. Para Andreazza, houve uma inversão do processo, com a investigação sobre a reportagem dando lugar à apuração da atividade jornalística.
Andreazza cita manifestação de Gilmar Mendes, de 2019, sobre a proteção constitucional do sigilo da fonte e questiona a atuação de Flávio Dino no caso. Segundo o colunista, medidas judiciais foram usadas para tentar identificar a fonte de uma reportagem sobre o uso de veículo do Tribunal de Justiça do Maranhão pelo então governador.
O colunista afirma que o caso representa uma criminalização da atividade jornalística e critica a inclusão do episódio no inquérito das fake news, além das medidas de busca e apreensão e da quebra do sigilo da fonte.
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