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Andreazza: Em meio ao caso Master, crise no BRB vira chantagem política

Jornalista aponta que proposta do governo distrital para capitalizar o banco precisa de mais transparência

Da redação
DA REDAÇÃO

03/03/2026 • 12:47 • Atualizado em 03/03/2026 • 12:47

BRB

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Joédson Alves/Agência Brasil

Resumo

Crise no Banco de Brasília (BRB) é apontada como resultado de decisões desastrosas de dirigentes responsáveis pelo patrimônio dos brasilienses, segundo o colunista político Carlos Andreazza.

Projeto de lei enviado pelo governo Ibaneis Rocha (MDB) propõe recapitalização do BRB por meio do uso de imóveis públicos avaliados em R$ 6,4 bilhões e possibilidade de empréstimos de até R$ 6,6 bilhões.

Medida é considerada crucial para cobrir rombo superior a R$ 8 bilhões causado por operações com o Banco Master, mas enfrenta ceticismo e pedidos de maior clareza por parte de deputados distritais.

O colunista político e âncora do Tem Método, Carlos Andreazza, afirma que a crise que assola o Banco de Brasília (BRB) é uma consequência direta de decisões desastrosas, tomadas por quem deveria zelar pelo patrimônio dos brasilienses.

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Segundo o jornalista, os dirigentes que foram responsáveis pelo rombo, agora, em um passe de mágica cínico, se apresentam como os únicos capazes de evitar o apocalipse.

Um projeto de lei, enviado pelo governo Ibaneis Rocha (MDB), propõe uma operação complexa para recapitalizar a instituição, incluindo o uso de imóveis públicos avaliados em R$ 6,4 bilhões e a possibilidade de tomar empréstimos de até R$ 6,6 bilhões.

A medida é vista como crucial para cobrir um rombo estimado em mais de R$ 8 bilhões, decorrente de operações com o Banco Master, mas enfrenta forte ceticismo e pedidos por mais clareza por parte dos deputados.

"E aí parece que, de repente, esses caras chegaram para salvar o BRB. Não salvaram não. São os responsáveis. Tem um projeto de lei apresentado aos deputados distritais de Brasília que seria a salvação do BRB. A constituição, entre outras coisas de um fundo imobiliário com imóveis do GDF, do Governo do Distrito Federal, que ou seriam vendidos esse fundo para levantar recursos ou serviriam de garantia para uma tomada de empréstimo", avalia o âncora.

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