O âncora e colunista Carlos Andreazza avalia que Daniel Vorcaro não reúne, neste momento, elementos para uma nova delação premiada. O colunista afirma que duas propostas anteriores foram rejeitadas por apresentarem informações que já eram conhecidas pelas investigações.
Para Andreazza, a estratégia pode ter servido para ganhar tempo diante do avanço das apurações e até permitir a ocultação de patrimônio. Ele ressalta que a delação exige contrapartida e não pode funcionar como instrumento de defesa ou coação.
O colunista também relaciona a troca de advogado à possibilidade de uma nova tentativa de acordo e avalia o movimento como uma “forçação de barra”, com uso da imprensa para testar a receptividade a uma nova delação.
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