
Trump discursa
Kevin Lamarque/Reuters
Resumo
Correspondente Eduardo Barão destaca Cuba como foco atual do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após ações recentes na Venezuela e no Irã.
Jornalista relata negociações diretas entre EUA e Cuba, mediadas pelo Vaticano, visando concessões na ilha e possíveis intervenções, com libertação de 51 presos cubanos confirmada.
Motivações incluem crise migratória causada por colapso energético, interesse de China e Rússia em Cuba, e tensões diplomáticas históricas, além da busca pelo fim ou flexibilização do embargo econômico após bloqueios de combustíveis.
O correspondente dos Estados Unidos da Band, Eduardo Barão, aponta que a Cuba é a “bola da vez” do presidente norte-americano, Donald Trump.
Segundo o jornalista, após as ações na Venezuela, que resultaram na captura do ditador Nicolás Maduro, e no Irã, as quais ocasionaram a morte do líder supremo iraniano Ali Khamenei, o próximo alvo seria algum tipo de intervenção na ilha.
Interesse de Trump em Cuba
O republicano vem demonstrado interesse em obter concessões da ilha desde o final de 2025 e o início deste ano. Entre os principais motivos estão:
- A crise migratória de cubanos para os EUA, atribuída ao fator de um colapso energético.
- O interesse de rivais norte-americanos na ilha, como China e Rússia.
- Tensões diplomáticas históricas que perduram por décadas.
Os dois países estão mantendo negociações diretas desde o início de 2026, com mediações feitas pelo Vaticano, segundo o presidente cubano Miguel Díaz-Canel.
Até o momento, já foi confirmada a libertação de 51 presos por Cuba, que busca o encerramento ou a flexibilização do embargo econômico aplicado pelos EUA, especialmente após três meses sem receber combustíveis devido a bloqueios e sanções.
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