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Brasil oferece ajuda médica à Venezuela após bombardeio dos EUA

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lembra da ajuda da Venezuela a Manaus durante a crise de oxigênio e articula ação para apoiar 16 mil pacientes.

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08/01/2026 • 07:34 • Atualizado em 08/01/2026 • 07:34

Alexandre Padilha, Ministro da Saúde

Alexandre Padilha, Ministro da Saúde

Reprodução/Ministério da Saúde

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou que o governo brasileiro está disponível para enviar medicamentos à Venezuela após o bombardeio do centro de distribuição de insumos do país vizinho, realizado pelos Estados Unidos. A medida visa aliviar a crise sanitária que se agrava com a destruição da infraestrutura de saúde venezuelana, afetando diretamente a assistência a milhares de pacientes.

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Padilha, em coletiva de imprensa, destacou a solidariedade do Brasil com a Venezuela, recordando a ajuda prestada pela Venezuela em 2021 durante a crise de oxigênio em Manaus, quando o país vizinho enviou 135 mil metros cúbicos de oxigênio para atender à demanda emergencial na capital amazonense. Ele ressaltou que, assim como a Venezuela ajudou o Brasil, o governo brasileiro está pronto para apoiar os venezuelanos em um momento de necessidade.

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) está articulando uma ação conjunta com diversos países para fornecer auxílio a cerca de 16 mil pacientes em tratamento na Venezuela, conforme informou o ministro. A articulação busca garantir que a população venezuelana receba o apoio necessário em um momento de grandes desafios na saúde pública.

Padilha finalizou destacando a importância da cooperação entre os países da região, que têm mostrado solidariedade em momentos críticos, e reforçou o compromisso do Brasil em colaborar com a Venezuela, assim como fez em outras situações de crise.

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