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Brasileira é presa no Camboja após cair em golpe de falso emprego

Arquiteta mineira de 35 anos está detida há seis meses em prisão superlotada; Itamaraty acompanha o caso

Por Redação
REDAÇÃO

10/10/2025 • 16:30 • Atualizado em 10/10/2025 • 16:30

Brasileira está detida no Camboja há seis meses

Brasileira está detida no Camboja há seis meses

Divulgação/OIM/ONU News

Resumo

Prisão e condições: Daniela Costa, arquiteta mineira de 35 anos, está presa há seis meses no Camboja em condições degradantes após ser vítima de um golpe de falsa oferta de emprego e tráfico de pessoas.

Golpe de emprego: Atraída por uma proposta de emprego no Sudeste Asiático com alto salário e moradia, Daniela descobriu, ao chegar, que a oferta era falsa e que estava envolvida em esquemas de golpes virtuais.

Assistência e alertas: O Itamaraty, prestando assistência consular, está em contato com autoridades locais para acompanhar o caso de Daniela, enquanto a OIM alerta sobre o aumento de tráfico de pessoas para fins de exploração laboral e digital na região.

O Ministério das Relações Exteriores acompanha o caso da arquiteta mineira Daniela Costa, de 35 anos, presa há seis meses no Camboja após cair em um golpe de falsa oferta de emprego. A família denuncia que a brasileira foi vítima de tráfico de pessoas e mantida sob condições degradantes em uma prisão superlotada.

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Daniela foi atraída por uma proposta de trabalho no Sudeste Asiático que prometia salário alto e moradia. Ao chegar ao Camboja, porém, descobriu que a vaga era falsa e que, na verdade, o grupo recrutava estrangeiros para participar de esquemas de golpes virtuais.

Prisão após recusar participação em golpes

Segundo os familiares, ao se recusar a participar das atividades criminosas, traficantes teriam colocado drogas no banheiro que ela utilizava, o que resultou em sua prisão. Daniela foi detida junto com outras 90 pessoas e, desde então, vive em condições precárias, com acesso limitado a alimentação, higiene e assistência médica.

O caso foi denunciado ao Itamaraty, que informou estar prestando assistência consular à brasileira e em contato com as autoridades locais para acompanhar o processo judicial. A Embaixada do Brasil em Phnom Penh, capital do Camboja, também atua na tentativa de garantir apoio jurídico e diplomático.

Tráfico e golpes na Ásia

Casos semelhantes têm sido registrados com frequência em países como Camboja, Laos e Mianmar, onde quadrilhas internacionais recrutam profissionais de diferentes nacionalidades com falsas promessas de emprego. Ao chegar ao destino, as vítimas são coagidas a trabalhar em call centers ilegais ou a participar de esquemas de extorsão e fraudes online.

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) e grupos de direitos humanos alertam que o Sudeste Asiático se tornou um polo global do tráfico de pessoas para fins de exploração laboral e digital. Muitas vítimas, como Daniela, são mantidas presas após se recusarem a colaborar com os criminosos.

Atuação do governo brasileiro

O Itamaraty reforça que brasileiros que recebem propostas de emprego no exterior devem verificar a idoneidade das empresas e dos intermediários antes de aceitar as ofertas. O órgão mantém canais de emergência consular para denúncias e pedidos de ajuda em casos suspeitos.

Enquanto aguarda avanços diplomáticos, a família de Daniela Costa faz campanha nas redes sociais para pressionar as autoridades e obter sua libertação.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.

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