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Casa Branca rejeita redução unilateral das tarifas com a China

Desde o ‘Dia da Libertação’, mais de 75 países procuraram os EUA para negociações

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23/04/2025 • 20:18 • Atualizado em 23/04/2025 • 20:18

Donald Trump, presidente dos EUA

Donald Trump, presidente dos EUA

REUTERS/Leah Millis

A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, informou nesta quarta-feira (23), que não haverá redução unilateral das tarifas dos Estados Unidos sobre produtos importados da China.

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"Eles precisam fazer um acordo com os EUA. Estamos otimistas de que isso acontecerá. E, quando acontecer, caberá ao presidente decidir qual será a taxa tarifária", comentou a secretária.

Trump havia dito que um acordo com a nação asiática poderia reduzir substancialmente as tarifas impostas pelos EUA sobre a China, e indicou que o acordo final não ficará nem perto das taxas atuais, ainda que não seja de zero.

Um documento divulgado na última semana pelo governo de Trump esclareceu que as taxas impostas pelos EUA sobre produtos chineses chegam a 245%, em resultado das ações retaliatórias do país asiático.

"Isso inclui uma tarifa recíproca de 125%, uma tarifa de 20% para abordar a crise do fentanil e tarifas da Seção 301 sobre bens específicos, entre 7,5% e 100%", diz o texto.

No último dia 2 de abril, o presidente realizou o chamado "Liberation Day" (Dia da Libertação, em inglês), quando o governo norte-americano impôs uma tarifa de 10% sobre mais de 180 países, e individualizou tarifas recíprocas para os países com os quais os EUA têm os maiores déficits comerciais. As taxas chegaram a até 50%.

Desde então, segundo a Casa Branca, mais de 75 países já procuraram os EUA para discutir novos acordos e reduzir as tarifas.

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