
China atinge US$ 1 trilhão de superávit comercial pela primeira vez na história
Reprodução: Tyrone Siu / Reuters
Resumo
O superávit comercial da China ultrapassou US$ 1 trilhão em 2025 pela primeira vez, impulsionado pela diversificação de exportações diante das tarifas impostas pelos Estados Unidos, com o recorde registrado até novembro.
Os dados da alfândega mostram aumento de 5,9% nas exportações em novembro em relação ao mesmo período de 2024, superando previsões de US$ 100,2 bilhões e atingindo US$ 111,7 bilhões, maior nível desde junho.
O economista Zichun Huang prevê avanço da participação chinesa no mercado global em 2026, destacando queda de 29% nas exportações para os Estados Unidos e crescimento com Austrália (35,8%), União Europeia (14,8%) e sudeste asiático (8,2%).
A China ultrapassou a marca de US$ 1 trilhão no superávit comercial de 2025 pela primeira vez em toda a história do país. Com o tarifaço dos Estados Unidos impostos aos chineses, a estratégia usada foi enviar mais produtos para outros países. O recorde é referente até o mês de novembro.
O superávit comercial acontece quando o valor das exportações de um país supera o das importações, resultando em uma balança comercial positiva. Quando ocorre, um país exporta mais do que importa, em um período determinado. O superávit reforça a economia e atrai as moedas estrangeiras.
O economista chinês, Zichun Huang, declarou que espera que o país continue a ganhar participação no mercado global em 2026. Segundo dados da alfândega revelados nesta segunda-feira (08), as exportações registraram um aumento de 5,9% em novembro, em relação ao mesmo período de 2024, ultrapassando a previsão do mercado.
Superando as previsões de US$ 100,2 bilhões, a China alcançou US$ 111,7 bilhões, cerca de R$ 606 bilhões, em novembro, o que representa o maior nível desde junho.
Os chineses buscam diversificar as relações no mercado de exportação desde a reeleição de Donald Trump, focando principalmente na União Europeia e o sudeste da Ásia. Em 2025, as exportações chinesas para os Estados Unidos apresentaram uma queda de 29%, porém, cresceu em 35,8% com a Austrália, 14,8% com a União Europeia e 8,2% com o sudeste asiático.
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