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Dólar fecha o ano em queda e Bolsa registra melhor desempenho desde 2016

Ibovespa cresceu 34% nos últimos 12 meses

MARCOS ROCHA*

30/12/2025 • 20:42 • Atualizado em 30/12/2025 • 20:42

Dólar fecha o ano em queda e Bolsa registra melhor desempenho desde 2016

Dólar fecha o ano em queda e Bolsa registra melhor desempenho desde 2016

Reprodução: Adriana Toffetti / Ato Press

Resumo

O dólar apresentou queda de 1,47% no último dia de 2025, encerrando o ano cotado a R$ 5,489, com desvalorização acumulada de 11,2%, maior recuo desde 2016.

O Ibovespa registrou alta de 0,40%, alcançando 161.127 pontos e acumulando crescimento de 34% em 12 meses, desempenho impulsionado por juros elevados no Brasil e preços atrativos em relação a outras Bolsas.

O Federal Reserve divulgou ata mostrando divisão interna sobre cortes de juros, indicando possibilidade de pausa na próxima reunião, enquanto o IBGE reportou queda da taxa de desemprego para 5,2%, menor patamar desde 2012.

O dólar caiu 1,47% nesta terça-feira (30), o último dia de negócios de 2025. Em comparação com a moeda brasileira, o valor estava em R$ 5,489 para a venda e encerrou o ano em uma variação negativa acumulada em 11,2%, a maior desvalorização desde 2016.

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O Ibovespa cresceu 0,40% e atingiu 161.127 pontos, mantendo a melhor performance em nove anos, registrando um acréscimo de 34% nos últimos 12 meses.

O Banco Central dos Estados Unidos, Federal Reserve (Fed), divulgou nesta terça-feira (30) a ata da reunião mais recente, quando cortou os juros básicos pela terceira vez consecutiva. O documento fortifica a divisão entre os membros do banco, o que aumenta a expectativa que a instituição irá pausar os cortes das taxas de juros na próxima reunião, no fim de janeiro.

Os fatores que influenciam os desempenhos positivos do Ibovespa são os juros elevados no Brasil, que fizeram outros países se aproximarem por conta dos preços descontados em comparação as outras Bolsas de Valores.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que a taxa de desemprego caiu para 5,2% no trimestre que se encerrou em novembro. O número é o mais baixo desde 2012, quando a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) foi iniciada.

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