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Donald Trump fala em ataque contra área portuária na Venezuela

Presidente norte-americano disse que local era usado para carregar drogas

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29/12/2025 19:44 • Atualizado há 300 dias

Donald Trump fala em ataque contra área portuária na Venezuela

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (29) que o país atacou uma área portuária na Venezuela que seria utilizada para o carregamento de drogas em barcos.

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A declaração, que aponta para a primeira operação militar americana em solo venezuelano em meio à recente escalada de tensões, foi feita a jornalistas na residência dele em Mar-a-Lago, na Flórida.

No entanto, Trump não forneceu detalhes sobre o local exato, a data ou qual agência americana realizou a ação, e até o momento, não há confirmação oficial por parte da Casa Branca, do Pentágono ou do governo de Nicolás Maduro.

O que se sabe sobre a declaração

Durante um encontro com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, Trump disse que "houve uma grande explosão na área do cais onde eles carregam os barcos com drogas".

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"Atacamos todas as embarcações, e agora atacamos a zona, que já não existe", disse o presidente.

Questionado se a operação foi conduzida pelas Forças Armadas ou pela CIA, o presidente se recusou a especificar, dizendo apenas: "Sei exatamente quem foi, mas não quero dizer quem foi".

A primeira menção ao suposto ataque ocorreu na última sexta-feira (26), em uma entrevista de rádio, na qual Trump afirmou que os EUA haviam "derrubado" uma "grande instalação" na Venezuela "há duas noites".

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A alegação surge em um contexto de aumento da presença militar americana no Caribe, justificada por Washington como uma operação de combate ao narcotráfico.

Repercussão e próximos passos

Até o momento, o governo de Caracas não se pronunciou sobre as declarações de Trump, e não há relatos independentes que confirmem uma explosão ou ataque em território venezuelano.

A ausência de confirmação por parte de agências oficiais americanas, como o Pentágono e a CIA, levanta questionamentos sobre a veracidade ou a natureza da operação, que poderia ter sido uma ação secreta.

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A comunidade internacional acompanha com atenção a escalada de pressão dos EUA sobre a Venezuela. A campanha americana inclui sanções econômicas, um bloqueio naval a petroleiros e dezenas de ataques a embarcações suspeitas de narcotráfico, que deixaram mais de 100 mortos desde setembro.

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