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Donald Trump promete terceira onda de bombardeios contra o Irã

Presidente classifica plano de ataques como uma defesa antes de retaliação iraniana

MARCOS ROCHA*

03/03/2026 • 19:32 • Atualizado em 03/03/2026 • 19:32

Trump promete terceira onda de bombardeios contra o Irã

Trump promete terceira onda de bombardeios contra o Irã

Reprodução: Kenny Holston-Pool/Getty Images

Resumo

Bombardeios dos Estados Unidos contra o Irã destruíram grande parte do país do Oriente Médio, com anúncio de uma terceira onda de ataques pelo presidente Donald Trump.

Reunião na Casa Branca entre Trump e o chanceler alemão Friedrich Merz discutiu a situação iraniana, com Trump desejando mudança de poder no Irã e afirmando que maioria do regime morreu nos ataques.

Declaração do presidente iraniano Masoud Pezeshkian apontam para retaliação iraniana após ofensivas recentes contra Catar, Bahrein e Arábia Saudita.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta terça-feira (3) que os bombardeios militares contra o Irã destruíram praticamente todo o país e anuncia que uma terceira onda de ataques vai ser realizada em breve.

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O republicano se reuniu com o chanceler alemão Friedrich Merz na Casa Branca e, após conversa, deu entrevistas para jornalistas no Salão Oval. O americano afirmou que desejava que “alguém de dentro” tomasse o poder do Irã, porém a maioria dos integrantes do regime morreram durante o ataque.

O presidente postou na rede social Truth Social que os iranianos desejam negociar, mas que o tempo para um acordo já passou. Em outra publicação, ele exalta o poder militar dos Estados Unidos e afirma que guerras podem ser travadas para sempre.

Donald Trump confirma que os ataques permanecerão acontecendo nas próximas semanas e justificou os bombardeios como uma defesa antes de ser atacado pelos iranianos.

O Irã atacou recentemente o Catar, o Bahrein e a Arábia Saudita, vizinhos da região do Golfo, em uma tentativa de expandir o confronto de forma regional. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, declarou que o país do Oriente Médio pode realizar a “ofensiva mais pesada da história” em retaliação à morte do aiatolá Ali Khamenei.