
Maria Corina Machado, líder da oposição na Venezuela
REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria
Resumo
Líder da oposição venezuelana Maria Corina Machado recebe o Prêmio Nobel da Paz e dedica-o ao povo da Venezuela, prometendo que a próxima conquista será a liberdade do país.
A ex-deputada é reconhecida pelo Comitê Norueguês do Nobel por seu trabalho na promoção dos direitos democráticos na Venezuela, apesar da perseguição política e proibições judiciais impostas pelo governo de Nicolás Maduro.
O prêmio é celebrado internacionalmente, com apoio de líderes e organizações globais, destacando-se como um suporte às mulheres que lutam por liberdade e justiça na América Latina; a entrega formal ocorrerá em dezembro em Oslo, Noruega.
A líder da oposição venezuelana Maria Corina Machado dedicou o Prêmio Nobel da Paz ao povo da Venezuela e afirmou que “o próximo prêmio será a liberdade”. A declaração foi feita neste domingo (12), em vídeo publicado nas redes sociais, dois dias após o anúncio oficial da premiação.
“Dedico este prêmio a todos os venezuelanos que nunca desistem, que escolhem a liberdade como caminho para a paz”, declarou Machado na mensagem, que rapidamente ganhou repercussão entre opositores do regime de Nicolás Maduro.
A ex-deputada, que há anos enfrenta perseguição política e proibições judiciais impostas pelo governo, foi reconhecida pelo Comitê Norueguês do Nobel por seu “trabalho incansável na promoção dos direitos democráticos do povo venezuelano”.
“Prêmio da resistência”
Ao agradecer pela distinção, Maria Corina Machado classificou a homenagem como um reconhecimento coletivo à resistência dos venezuelanos, que enfrentam mais de duas décadas de autoritarismo, crise econômica e repressão.
“Este prêmio não é meu. É de todos aqueles que sonham com uma Venezuela livre, que acreditam na força da verdade e na coragem da paz”, disse a líder opositora.
Machado também reafirmou seu compromisso em continuar lutando por eleições livres e pelo restabelecimento das instituições democráticas no país, apesar das pressões internas e externas.
Repercussão internacional
O prêmio foi recebido com apoio de diversos líderes e organizações internacionais, que destacaram o papel da oposição venezuelana na defesa dos direitos humanos e na denúncia das violações cometidas pelo regime de Maduro.
Em comunicado, o Comitê do Nobel afirmou que a escolha de Maria Corina Machado “envia uma mensagem clara de apoio às mulheres que lutam por liberdade e justiça na América Latina”.
Desde o anúncio da premiação, o governo venezuelano manteve silêncio oficial, enquanto veículos estatais minimizaram a importância do reconhecimento.
A entrega formal do Nobel da Paz está marcada para dezembro, em Oslo, na Noruega, e deve contar com a presença de lideranças políticas e representantes de organismos internacionais.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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