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Sérgio Nahas, empresário que matou esposa, é preso 24 anos depois do crime

Sérgio Nahas estava em um condomínio de luxo na Bahia

Da redação
DA REDAÇÃO

22/01/2026 • 09:54 • Atualizado em 22/01/2026 • 09:54

Sérgio Nahas

Sérgio Nahas

Reprodução

Resumo

Prisão do empresário Sérgio Nahas ocorreu na Praia do Forte, Bahia, onde começou a cumprir pena de quase 24 anos por matar a esposa Fernanda Orfali, sendo localizado após reconhecimento por monitoramento facial.

Mandado de prisão expedido pelo Supremo Tribunal Federal em junho do ano passado tornou Nahas foragido até ser encontrado com cocaína, celulares, carro de luxo, cartões de crédito e medicamentos em hotel, tendo sua pena aumentada para 8 anos e 2 meses em regime fechado.

Investigação do Ministério Público apontou como motivação do crime o medo de divisão de bens por parte de Nahas, após Fernanda descobrir traições e uso de drogas, sendo descartada a hipótese de suicídio devido à ausência de pólvora nas mãos da vítima.

O empresário Sérgio Nahas já começou a cumprir pena de quase 24 anos por matar a própria esposa, Fernanda Orfali. A prisão aconteceu no último sábado (17) na Praia do Forte, na Bahia, mesmo local onde o casal passou a lua de mel.

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Sérgio, que atualmente tem 61 anos, estava foragido desde junho do ano passado, quando o Supremo Tribunal Federal expediu o mandado de prisão dele. Inicialmente, o empresário foi condenado a 7 anos de prisão, porém, a pena foi elevada pelo STF para 8 anos e 2 meses em regime fechado.

Ele foi reconhecido por uma câmera de monitoramento facial e estava hospedado em um hotel de luxo. Junto com ele, a polícia encontrou 7 pinos de cocaína, três celulares, um carro modelo Audi, cartões de crédito e medicamentos de uso contínuo.

Relembre o crime

Fernanda Orfali foi morta aos 28 anos no apartamento em que vivia com o marido, em São Paulo.

Segundo o Ministério Público, Nahas matou a própria esposa por temer a divisão de bens, após ela descobrir traições e uso de drogas.

Diários escritos pela vítima, que fazia tratamento contra depressão, indicavam que ela tinha o desejo de tirar a própria vida.

Entretanto, investigações da polícia não encontraram vestígios de pólvora nas mãos de Fernanda. Na época, a defesa do empresário alegou que a pistola usada só deixa resíduos na roupa.

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