
Peru tem protestos violentos contra presidente
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Resumo
Condenação do ex-presidente Pedro Castillo estabeleceu pena de 11 anos e 6 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado após tentativa de dissolução do Congresso e governar por decreto em 2022.
Protestos violentos em resposta à ação de Castillo resultaram em mais de 50 mortes e sua prisão, enquanto o ex-presidente Martín Vizcarra foi condenado a 14 anos de prisão por recebimento de propinas durante governo regional.
Instabilidade política peruana evidencia período de turbulência, acusações graves contra altos cargos e aumento da desconfiança popular em relação às instituições e à classe política.
O ex-presidente do Peru, Pedro Castillo, foi condenado a 11 anos e 6 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, nesta quinta-feira (27). No final de 2022, Castillo anunciou, em rede nacional, a dissolução do Congresso e a intenção de governar por decreto, sem êxito.
A medida desencadeou uma série de protestos violentos no país, que resultaram na morte de mais de 50 pessoas. A situação culminou na prisão de Castillo, que foi acusado de ser coautor do crime de rebelião e de grave perturbação da ordem pública.
Um outro ex-presidente peruano, Martín Vizcarra também foi condenado na última quarta-feira (26), a 14 anos de prisão, por receber propinas enquanto ainda governava a região de Moquegua.
Esse conjunto de condenações retrata um período turbulento na política peruana, marcada por uma crescente instabilidade e uma série de acusações contra altos cargos políticos do país.
Com essas condenações, o Peru continua lidando com as consequências de um período de agitação política que abalou suas instituições e gerou um clima de desconfiança entre a população em relação à classe política.
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