
A publicitária Juliana Marins, de 26 anos
Reprodução
Familiares da publicitária Juliana Marins, brasileira que morreu ao cair em uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, acionou a Polícia Federal para que o vazamento da nova autópsia para a imprensa seja investigado. O laudo deveria ser sigiloso, e estava sob responsabilidade da Polícia Civil do Rio de Janeiro.
Nas redes sociais, familiares da jovem declararam terem sido surpreendidos com as matérias publicadas nesta quarta-feira (9) sobre os detalhes do laudo da publicitária, já que nem eles tinham tido acesso à conclusão da perícia. A previsão, de acordo com Mariana Marins, irmã de Juliana, era que recebessem e divulgasse os resultados nesta sexta-feira (11).
O exame realizado no IML (Instituto Médico Legal) do Rio, reafirma a causa constatada pelo primeiro exame feito na Indonésia, e atesta que Juliana morreu entre 1h15 do dia 23 de junho e 1h15 do dia 24, mesmo do resgate. O acidente aconteceu no dia 21. Os peritos não conseguiram precisar a hora exata da morte devido às condições em que o corpo chegou ao Brasil.
Também foi constatado que a fatalidade ocorreu após múltiplos traumas em decorrência das duas quedas sofridas pela jovem. As lesões causaram uma hemorragia interna. Além disso, o documento afirma que Juliana teria sobrevivido por no máximo 15 minutos após o segundo trauma.
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