FBI volta atrás e nega morte de guardas baleados em Washington; estado é grave
Em coletiva, diretor do FBI, Kash Patel, corrigiu informação anterior do governador da Virgínia Ocidental e detalhou o ataque; atirador foi baleado por outros policiais e está sob custódia

O diretor do FBI, Kash Patel, afirmou em uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira (26) que os dois militares da Guarda Nacional baleados em Washington D.C. estão em estado grave, mas vivos. A declaração corrige uma informação anterior divulgada pelo governador da Virgínia Ocidental, que havia anunciado a morte dos agentes. O ataque, ocorrido perto da Casa Branca, resultou na hospitalização dos dois militares e do suspeito, que foi baleado e está sob custódia.
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Correção e estado de saúde das vítimas
A informação de que os militares haviam morrido foi refutada pelo chefe do FBI durante a coletiva. Patel esclareceu que, apesar da gravidade dos ferimentos, ambos os guardas continuam recebendo tratamento intensivo. Um dos militares foi transportado de helicóptero para o hospital, enquanto o outro foi levado de ambulância, evidenciando a seriedade do quadro clínico.
O suspeito do crime também foi baleado por outros policiais durante a ação e está internado em um hospital da região sob escolta policial. A identidade do atirador ainda não foi revelada pelas autoridades.
Investigação e contexto do ataque
Na mesma coletiva, um dos chefes da Polícia Metropolitana de Washington confirmou que a motivação por trás do ataque ainda é desconhecida e segue como foco principal da investigação. O incidente provocou um forte esquema de segurança na capital americana, com o bloqueio temporário da Casa Branca.
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A presença da Guarda Nacional na cidade foi recentemente reforçada como parte de uma operação solicitada pelo presidente Donald Trump para combater o aumento da criminalidade em Washington. As investigações prosseguem para identificar o atirador e determinar o que o levou a atacar os militares.
