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FBI volta atrás e nega morte de guardas baleados em Washington; estado é grave

Em coletiva, diretor do FBI, Kash Patel, corrigiu informação anterior do governador da Virgínia Ocidental e detalhou o ataque; atirador foi baleado por outros policiais e está sob custódia

Por Redação
REDAÇÃO

26/11/2025 • 19:05 • Atualizado em 26/11/2025 • 19:05

Oficiais da Guarda Nacional fizeram isolamento da região próxima à Casa Branca

Oficiais da Guarda Nacional fizeram isolamento da região próxima à Casa Branca

Reuters

Resumo

O ataque próximo à Casa Branca deixou dois militares da Guarda Nacional em estado grave e hospitalizou o suspeito, corrigindo informação inicial sobre mortes divulgada pelo governador da Virgínia Ocidental.

O incidente gerou forte esquema de segurança e bloqueio temporário da sede do governo, enquanto a motivação do crime permanece sob investigação pela Polícia Metropolitana.

As investigações buscam identificar o atirador e entender a razão do ataque contra militares, cuja presença foi reforçada em Washington por ordem do presidente Donald Trump para conter a criminalidade.

O diretor do FBI, Kash Patel, afirmou em uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira (26) que os dois militares da Guarda Nacional baleados em Washington D.C. estão em estado grave, mas vivos. A declaração corrige uma informação anterior divulgada pelo governador da Virgínia Ocidental, que havia anunciado a morte dos agentes. O ataque, ocorrido perto da Casa Branca, resultou na hospitalização dos dois militares e do suspeito, que foi baleado e está sob custódia.

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Correção e estado de saúde das vítimas

A informação de que os militares haviam morrido foi refutada pelo chefe do FBI durante a coletiva. Patel esclareceu que, apesar da gravidade dos ferimentos, ambos os guardas continuam recebendo tratamento intensivo. Um dos militares foi transportado de helicóptero para o hospital, enquanto o outro foi levado de ambulância, evidenciando a seriedade do quadro clínico.

O suspeito do crime também foi baleado por outros policiais durante a ação e está internado em um hospital da região sob escolta policial. A identidade do atirador ainda não foi revelada pelas autoridades.

Investigação e contexto do ataque

Na mesma coletiva, um dos chefes da Polícia Metropolitana de Washington confirmou que a motivação por trás do ataque ainda é desconhecida e segue como foco principal da investigação. O incidente provocou um forte esquema de segurança na capital americana, com o bloqueio temporário da Casa Branca.

A presença da Guarda Nacional na cidade foi recentemente reforçada como parte de uma operação solicitada pelo presidente Donald Trump para combater o aumento da criminalidade em Washington. As investigações prosseguem para identificar o atirador e determinar o que o levou a atacar os militares.