Um roubo cinematográfico no Museu do Louvre, em Paris, mobiliza as autoridades francesas desde o fim de semana. Segundo o colunista Felipe Kieling, da BandNews FM, o crime ocorreu às 9h30 de domingo (19), durante o horário de visitação, e durou apenas quatro minutos. Quatro homens participaram da ação, que teve como alvo joias da realeza francesa expostas na histórica Galeria Apolo.
De acordo com Kieling, os ladrões agiram com audácia e precisão. Vestidos com coletes verdes de operários e utilizando uma escada hidráulica instalada em uma área em obras, dois deles subiram até uma janela do museu, quebraram o vidro com uma serra elétrica a bateria e acessaram a sala onde estavam as peças. O alarme foi disparado imediatamente, mas o grupo conseguiu escapar antes da chegada da polícia, fugindo em duas motos.
Entre os itens levados estavam nove joias da realeza francesa — entre elas, uma coroa com safiras e quase dois mil diamantes, um colar com pedras do Sri Lanka e um broche avaliado em cerca de R$ 43 milhões. Uma das coroas, pertencente à imperatriz Eugênia, caiu durante a fuga e foi recuperada pelos seguranças.
Corrida contra o tempo
As autoridades francesas mobilizaram 60 investigadores e trabalham com duas hipóteses principais, segundo relatou Kieling. A primeira é que as peças já tenham sido desmembradas para venda ilegal das pedras preciosas. A segunda aponta para uma encomenda privada, feita por um colecionador rico interessado em possuir joias históricas.
“Você não rouba uma tiara da ex-mulher de Napoleão para vender no mercado online. Essas peças têm valor histórico e simbólico incalculável”, observou o colunista. Ele lembrou ainda que casos semelhantes já ocorreram na Europa, com barras de ouro derretidas e jamais recuperadas.
O precedente da Mona Lisa
Felipe Kieling recordou o episódio de 1911, quando a Mona Lisa foi roubada e recuperada dois anos depois. “Na época, o quadro era apenas uma entre tantas obras de Da Vinci no Louvre. O roubo despertou tanta curiosidade que acabou transformando a pintura na obra mais famosa do mundo”, destacou.
Segundo o colunista, o mesmo pode ocorrer agora: “Se as joias forem recuperadas, certamente se tornarão as novas atrações do museu.”
O Museu do Louvre permanece fechado para investigações e só deve reabrir na quarta-feira (22). A expectativa é de que o episódio inspire séries, documentários e filmes, reforçando o fascínio do público por histórias que unem arte, crime e mistério.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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