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Felipe Kieling: “Roubo cinematográfico” no Louvre mobiliza polícia francesa

Segundo o colunista da BandNews FM, ladrões levaram joias da realeza em ação ousada de quatro minutos

Da redação
DA REDAÇÃO

20/10/2025 • 10:52 • Atualizado em 20/10/2025 • 10:52

Felipe Kieling

Um roubo cinematográfico no Museu do Louvre, em Paris, mobiliza as autoridades francesas desde o fim de semana. Segundo o colunista Felipe Kieling, da BandNews FM, o crime ocorreu às 9h30 de domingo (19), durante o horário de visitação, e durou apenas quatro minutos. Quatro homens participaram da ação, que teve como alvo joias da realeza francesa expostas na histórica Galeria Apolo.

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De acordo com Kieling, os ladrões agiram com audácia e precisão. Vestidos com coletes verdes de operários e utilizando uma escada hidráulica instalada em uma área em obras, dois deles subiram até uma janela do museu, quebraram o vidro com uma serra elétrica a bateria e acessaram a sala onde estavam as peças. O alarme foi disparado imediatamente, mas o grupo conseguiu escapar antes da chegada da polícia, fugindo em duas motos.

Entre os itens levados estavam nove joias da realeza francesa — entre elas, uma coroa com safiras e quase dois mil diamantes, um colar com pedras do Sri Lanka e um broche avaliado em cerca de R$ 43 milhões. Uma das coroas, pertencente à imperatriz Eugênia, caiu durante a fuga e foi recuperada pelos seguranças.

Corrida contra o tempo

As autoridades francesas mobilizaram 60 investigadores e trabalham com duas hipóteses principais, segundo relatou Kieling. A primeira é que as peças já tenham sido desmembradas para venda ilegal das pedras preciosas. A segunda aponta para uma encomenda privada, feita por um colecionador rico interessado em possuir joias históricas.

“Você não rouba uma tiara da ex-mulher de Napoleão para vender no mercado online. Essas peças têm valor histórico e simbólico incalculável”, observou o colunista. Ele lembrou ainda que casos semelhantes já ocorreram na Europa, com barras de ouro derretidas e jamais recuperadas.

O precedente da Mona Lisa

Felipe Kieling recordou o episódio de 1911, quando a Mona Lisa foi roubada e recuperada dois anos depois. “Na época, o quadro era apenas uma entre tantas obras de Da Vinci no Louvre. O roubo despertou tanta curiosidade que acabou transformando a pintura na obra mais famosa do mundo”, destacou.

Segundo o colunista, o mesmo pode ocorrer agora: “Se as joias forem recuperadas, certamente se tornarão as novas atrações do museu.”

O Museu do Louvre permanece fechado para investigações e só deve reabrir na quarta-feira (22). A expectativa é de que o episódio inspire séries, documentários e filmes, reforçando o fascínio do público por histórias que unem arte, crime e mistério.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.

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