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Fux adia julgamento de suspeita de pichar estátua da Corte

PGR aponta cinco crimes na denúncia

Da Redação
DA REDAÇÃO

24/03/2025 • 19:39 • Atualizado em 24/03/2025 • 19:39

Fux em audiência da Lei das Bets

Fux em audiência da Lei das Bets

Antonio Augusto/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux adiou, nesta segunda-feira (24), o julgamento de Débora Rodrigues dos Santos acusada de pichar a frase “Perdeu, mané”, na estátua “A Justiça”.

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O monumento fica em frente à sede do STF. O caso aconteceu nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

O caso é julgado pela Primeira Turma da Corte, que além de Fux tem os ministros, Alexandre de Moraes, relator do caso, Flávio Dino, Cristiano Zanin e a ministra Cármen Lúcia.

O julgamento foi iniciado de forma virtual na última sexta-feira (21), após Moraes analisar a denúncia feita pela Procuradoria-Geral da República e condenar Débora a 14 anos de prisão em regime fechado. O relator foi acompanhado por Dino.

A réu é acusada de tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa armada.

O julgamento ainda não tem data para ser retomado. Os ministros vão avaliar as provas e depoimentos e decidir se ela deve ser condenada ou absolvida.

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