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Governo de SP volta a descartar envolvimento do PCC em mortes por metanol

Secretário de Segurança Guilherme Derrite diz que não há indícios de crime organizado nas mortes e aponta duas linhas de investigação sobre bebidas adulteradas

Por Redação
REDAÇÃO

06/10/2025 • 14:37 • Atualizado em 06/10/2025 • 14:37

Isabela Mota
Guilherme Derrite, secretário de Segurança de SP

Guilherme Derrite, secretário de Segurança de SP

Fernando Frazão/Agência Brasil

Resumo

Intoxicação por metanol em São Paulo não envolve crime organizado. O governo estadual descartou a participação de facções criminosas nos casos de intoxicação que resultaram em duas mortes confirmadas. No total, 192 casos foram registrados, com 14 confirmados e 178 sob investigação, e sete mortes em análise.

Operações intensivas para combater a venda de bebidas adulteradas. O estado realizou 50 operações, apreendeu mais de 7 mil garrafas suspeitas e prendeu 20 pessoas. Uma força-tarefa envolvendo várias secretarias e o Procon-SP trabalha para rastrear a origem e os responsáveis pela adulteração das bebidas.

Duas principais hipóteses sobre o uso de metanol. As autoridades investigam se o metanol foi usado para aumentar o volume das bebidas ou para higienizar garrafas reaproveitadas de marcas legítimas, que seriam revendidas como originais. Onze estabelecimentos comerciais foram interditados até o momento.

O Governo de São Paulo descartou o envolvimento do crime organizado na série de intoxicações por metanol que já deixaram duas pessoas mortas no estado. Segundo o balanço mais recente, são 192 casos registrados, sendo 14 confirmados e 178 ainda sob investigação. Sete mortes estão sendo apuradas pelas autoridades de saúde e segurança.

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Durante coletiva de imprensa nesta segunda-feira (6), o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, afirmou que nenhum dos 41 presos até o momento tem ligação com facções criminosas. “Trabalhando com as evidências até aqui, não há participação nenhuma do crime organizado nesse processo. São locais distintos, e nenhum dos presos pertenceu a qualquer organização criminosa”, declarou o secretário.

Operações e apreensões em todo o Estado

Nos últimos dias, o governo estadual realizou 50 operações para coibir a produção e venda de bebidas adulteradas. Mais de 7 mil garrafas suspeitas foram apreendidas e 20 pessoas foram presas.A força-tarefa reúne agentes das secretarias de Segurança Pública, Saúde, Fazenda e Justiça, além do Procon-SP. O grupo atua para rastrear a origem dos produtos e identificar os responsáveis pela adulteração.

Duas linhas de investigação sobre o metanol

As autoridades trabalham com duas hipóteses principais: a primeira, de que o metanol foi utilizado para aumentar o volume das bebidas adulteradas; a segunda, de que o produto químico foi usado na higienização de garrafas reaproveitadas, originalmente de marcas legítimas.Segundo o governo, essas garrafas seriam recolhidas de forma irregular, limpas com metanol e depois revendidas como se fossem bebidas originais.

Até agora, onze comércios foram interditados.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.

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