O Governo Federal descarta fazer qualquer “pirotecnia”, como intervenção nos valores, para reduzir os preços dos alimentos no país, apostando em incentivos para o agronegócio para baratear o mercado dos brasileiros.
Segundo o colunista, Rodrigo Orengo, da Bandnews FM, o plano é facilitar o crédito para o produtor agrário e melhorar a distribuição da “supersafra” prometida para 2025.
Na parte do crédito, o desejo é oferecer empréstimos com juros diferenciados do Plano Safra para fomentar os investimentos no agro.
Mas a aposta principal no governo no momento é a supersafra de grãos. Produtores de soja e milho, por exemplo, esperam uma colheita recorde em 2025.
No momento, há um grupo interministerial trabalhando na identificação de gargalos para melhorar o escoamento desta produção. Já foram avaliadas oito obras emergenciais que podem facilitar a logística do setor.
É certo que nenhuma ação drástica será tomada. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, disse que nenhuma “medida pirotécnica” será tomada. Mudanças na validade dos produtos ou uma medida semelhante ao “Farmácia Popular” não são debatidas.
O que se sabe é que Lula já terá mais um desafio com o preço dos alimentos: o aumento da gasolina e diesel, que afeta diretamente nos valores cobrados nos supermercados.
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