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Guilherme Boulos assume Secretaria-Geral da Presidência no lugar de Márcio Macedo

Em cerimônia no Palácio do Planalto, deputado do PSOL pediu um minuto de silêncio por mortes em megaoperação no Rio de Janeiro

Da Redação
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29/10/2025 • 18:50 • Atualizado em 29/10/2025 • 18:50

Guilherme Boulos (PSOL) assume Secretaria-Geral da Presidência

Guilherme Boulos (PSOL) assume Secretaria-Geral da Presidência

REUTERS/Maira Erlich

Resumo

Posse de Guilherme Boulos como ministro da Secretaria-Geral da Presidência ocorreu em meio a tensões devido a uma megaoperação policial no Rio de Janeiro, que resultou em 119 mortes.

Guilherme Boulos solicitou um minuto de silêncio pelas vítimas da operação durante sua cerimônia de posse, e a possibilidade de adiamento do evento foi considerada devido à repercussão do acontecimento.

Conflitos surgiram entre o governo federal e o estado do Rio de Janeiro, com acusações mútuas de falta de apoio durante a crise, enquanto a nomeação de Boulos é vista como estratégica para fortalecer laços com movimentos sociais e a juventude visando as eleições de 2026.

O deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) tomou posse nesta quarta-feira (29) como novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, substituindo Márcio Macedo.

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Durante a cerimônia, realizada no Palácio do Planalto, em Brasília, Boulos pediu um minuto de silêncio pelas mortes na megaoperação realizada na última terça-feira (28) no Complexo do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro.

“Todos nós estamos acompanhando o que aconteceu no Rio de Janeiro desde ontem e por isso, antes de falar do trabalho que pretendo fazer na Secretaria-Geral da Presidência, queria pedir um minuto de silêncio pela por todas as vítimas desta ação”, declarou o agora ministro.

A possiblidade de adiar o evento foi debatida por membros do governo, por causa da repercussão da megaoperação nos Complexos. De acordo com o mais recente balanço divulgado pelo Governo Estadual, 119 pessoas morreram.

O presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que participou da cerimônia, não discursou. Era esperado que o petista falasse, principalmente a respeito da ação no Rio de Janeiro.

A tensão aumentou entre o Itamaraty e a gestão do Rio de Janeiro. O governador fluminense, Cláudio Castro, afirmou que o governo federal negou ajuda por três vezes e que o estado foi abandonado pelo Palácio do Planalto. O ministro da Justiça e da Secretaria de Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, retrucou a declaração e disse que nenhum pedido foi feito ao Executivo.

A escolha de Boulos é vista como um decisão estratégica para as eleições de 2026. Ele toma posse com a tarefa de aproximar o governo Lula dos movimentos sociais e com a base eleitoral do petista, principalmente com a juventude do país.

Texto gerado por Inteligência Artificial e revisado pela Band