Band News FM
BandNews FM

Ibovespa supera marca histórica de 171 mil pontos pela primeira vez

Principal índice da bolsa brasileira foi impulsionado pelo forte fluxo de capital estrangeiro e por declarações do presidente dos EUA, Donald Trump; dólar fechou em queda.

Da redação
DA REDAÇÃO

21/01/2026 • 18:24 • Atualizado em 21/01/2026 • 18:24

Bolsa de Valores de São Paulo

Bolsa de Valores de São Paulo

REUTERS/Carla Carniel

Resumo

Ibovespa alcançou um recorde histórico nesta quarta-feira, com o principal índice da bolsa de valores do Brasil fechando em alta de 3,2% e superando os 171 mil pontos pela primeira vez.

O aumento foi impulsionado pelo fluxo de investimento estrangeiro e pelo alívio nas tensões geopolíticas internacionais, fatores que também contribuíram para a queda do dólar, cotado a R$ 5,32 no encerramento do dia.

A consolidação da alta teve como destaque as declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Fórum Econômico Mundial, que acalmaram os mercados globais e estimularam o ingresso de mais de R$ 7,6 bilhões em capital externo na bolsa brasileira apenas em janeiro.

O principal índice da bolsa de valores do Brasil, o Ibovespa, atingiu um novo recorde histórico nesta quarta-feira (21), fechando o dia com forte alta e superando pela primeira vez a marca dos 171 mil pontos.

Compartilhar

O otimismo no mercado foi impulsionado principalmente pelo grande volume de investimento estrangeiro e por um alívio nas tensões geopolíticas internacionais, o que também resultou na queda do dólar, que encerrou o dia cotado a R$ 5,32.

O pregão foi marcado pela volatilidade, mas uma forte tendência de alta se consolidou ao longo da tarde. O Ibovespa encerrou com uma valorização de aproximadamente 3,2%, aos 171.736 pontos.

O grande motor por trás da disparada do Ibovespa foi o cenário externo. Pela manhã, as declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, de que não usaria a força para negociar a Groenlândia ajudaram a acalmar os mercados e a aumentar o apetite por risco.

Esse contexto favoreceu a entrada de capital estrangeiro na bolsa brasileira. Apenas em janeiro, o saldo de investimento externo já supera os R$ 7,6 bilhões, segundo dados da B3.

Tópicos relacionados