
Bolsa de Valores de São Paulo
REUTERS/Carla Carniel
Resumo
Ibovespa alcançou um recorde histórico nesta quarta-feira, com o principal índice da bolsa de valores do Brasil fechando em alta de 3,2% e superando os 171 mil pontos pela primeira vez.
O aumento foi impulsionado pelo fluxo de investimento estrangeiro e pelo alívio nas tensões geopolíticas internacionais, fatores que também contribuíram para a queda do dólar, cotado a R$ 5,32 no encerramento do dia.
A consolidação da alta teve como destaque as declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Fórum Econômico Mundial, que acalmaram os mercados globais e estimularam o ingresso de mais de R$ 7,6 bilhões em capital externo na bolsa brasileira apenas em janeiro.
O principal índice da bolsa de valores do Brasil, o Ibovespa, atingiu um novo recorde histórico nesta quarta-feira (21), fechando o dia com forte alta e superando pela primeira vez a marca dos 171 mil pontos.
O otimismo no mercado foi impulsionado principalmente pelo grande volume de investimento estrangeiro e por um alívio nas tensões geopolíticas internacionais, o que também resultou na queda do dólar, que encerrou o dia cotado a R$ 5,32.
O pregão foi marcado pela volatilidade, mas uma forte tendência de alta se consolidou ao longo da tarde. O Ibovespa encerrou com uma valorização de aproximadamente 3,2%, aos 171.736 pontos.
O grande motor por trás da disparada do Ibovespa foi o cenário externo. Pela manhã, as declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, de que não usaria a força para negociar a Groenlândia ajudaram a acalmar os mercados e a aumentar o apetite por risco.
Esse contexto favoreceu a entrada de capital estrangeiro na bolsa brasileira. Apenas em janeiro, o saldo de investimento externo já supera os R$ 7,6 bilhões, segundo dados da B3.
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