
Algumas pessoas foram levadas para o hospítal por intoxicação
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Um incêndio na Penitenciária de Marília, no interior de São Paulo, na tarde de terça-feira (25), resultou na morte de sete detentos, além de 13 outros feridos. As mortes foram causadas por asfixia, devido à inalação de gases tóxicos produzidos pela fumaça.
Segundo informações da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), o fogo começou após um preso, que estava no setor de inclusão da unidade, atear fogo em seus próprios pertences.
O incidente teria sido iniciado por uma briga entre detentos. A Polícia Militar, juntamente com policiais penais, controlou a situação. Os próprios agentes penitenciários iniciaram o combate às chamas até a chegada do Corpo de Bombeiros. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestaram socorro às vítimas, que foram encaminhadas para unidades de saúde da região.
A Secretaria da Administração Penitenciária instaurou um procedimento para apurar as circunstâncias do incêndio e as responsabilidades pelo ocorrido. A Polícia Científica realizou uma perícia na cela e no corredor da ala disciplinar para ajudar a esclarecer a dinâmica do fogo. A SAP informou que está em contato com as famílias das vítimas para prestar os devidos esclarecimentos.
Contexto do ocorrido
O incêndio aconteceu no setor de inclusão da penitenciária, uma área destinada a presos recém-chegados que passam por uma triagem antes de serem encaminhados às celas definitivas. Dos 13 feridos, sete estão em observação. Além dos detentos, agentes penitenciários também precisaram de atendimento médico devido a inalação de fumaça durante o resgate. A Prefeitura de Marília e a SAP lamentaram o ocorrido e o Hospital das Clínicas da cidade efetuou um plano de contingência para atender as vítimas.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.


