
Israel e Irã trocam bombardeios
REUTERS/Ilan Assayag
Sobe para 14 o número de mortos confirmados por Israel em ataques realizados contra os iranianos contra o território israelense. Neste domingo (15), novos mísseis e drones foram lançados em direção a Tel Aviv e Jerusalém, onde as sirenes tocaram. De acordo com as autoridades locais, 22 locais foram atingidos pelos disparos iranianos.
Já no Irã, a atualização mais recente aponta para 138 mortes após ataques das Forças Armadas de Israel.
Apesar da ofensiva, o governo israelense informou que a situação em Tel Aviv e Jerusalém é considerada normal neste momento. Por volta das 10h (horário de Brasília), autoridades israelenses chegaram a orientar a população a buscar abrigos. Em Teerã, áreas residenciais foram atingidas nas últimas horas.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que, caso o Irã ataque o país de qualquer forma, enfrentará uma resposta militar em “níveis nunca vistos antes”. Em publicação nas redes sociais, Trump afirmou que os Estados Unidos não tiveram envolvimento com o ataque promovido por Israel nos últimos dias. O ex-presidente ainda disse acreditar que o país pode “facilmente fechar um acordo entre Irã e Israel” e encerrar as tensões no Oriente Médio.
Alemanha, França e Reino Unido anunciaram disposição para iniciar negociações imediatas com o Irã sobre o programa nuclear de Teerã, como forma de conter a escalada do conflito. A informação foi divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores da Alemanha, que ressaltou a importância de agir antes que a crise se agrave.
Autoridades iranianas também prenderam duas pessoas suspeitas de espionagem para Israel. Segundo a agência estatal iraniana, os detidos estavam preparando explosivos e dispositivos eletrônicos. O governo acredita que os suspeitos tenham ligação com o Mossad, a agência de inteligência israelense.
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