O desempenho do setor de serviços ficou estável em junho, após queda de 0,2% em maio, segundo o IBGE. O resultado veio melhor que a expectativa de uma nova retração de 0,2%.
Para a colunista Juliana Rosa, os dados mostram uma desaceleração clara da economia brasileira, mas ainda não indicam uma recessão. O alto endividamento, os juros elevados e a redução do consumo estão entre os fatores que pressionam a atividade.
Juliana destaca, ainda, que a confiança na agenda econômica será fundamental para definir o ritmo da economia nos próximos meses e os riscos para 2027.
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