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Maduro volta a falar inglês e pede cuidado com “guerra maluca”; CIA já estaria na Venezuela

Ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino, afirma que agentes americanos já atuam no país sul-americano

Por Redação
REDAÇÃO

24/10/2025 • 06:59 • Atualizado em 24/10/2025 • 06:59

Maduro volta a falar inglês e pede cuidado com “guerra maluca”; CIA já estaria na Venezuela

Maduro volta a falar inglês e pede cuidado com “guerra maluca”; CIA já estaria na Venezuela

Reprodução

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, voltou a pedir, em inglês, que não haja uma “guerra maluca” no país. O venezuelano fez menção nesta quinta-feira (23) aos movimentos dos Estados Unidos na região do Caribe e a explosão de barcos supostamente utilizados por cartéis de droga.

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A fala do ditador aconteceu no mesmo momento em que a Casa Branca admite a autorização de incursões em terra contra o narcotráfico. Além de Donald Trump já ter autorizado o uso de agentes da CIA (Agência de Inteligência) em ações na Venezuela.

Anteriormente, Maduro já tinha falado em inglês que não deseja a “guerra” e falou em paz para a região.

Ainda na quinta-feira, uma alta autoridade do governo de Caracas disse que os americanos já atuam no território venezuelano. Vladimir Padrino, o ministro da Defesa de Maduro, afirmou que os Estados Unidos vão falhar em “operações encobertas de qualquer ponto do país”.

Enquanto isso, o regime disse ter posicionado cinco mil mísseis russos para proteger os céus da Venezuela, elevando a tensão sobre a possibilidade de um conflito bélico na região.

Washington segue aumentando a presença militar no Caribe e bombardeios em barcos que seriam utilizados por narcotraficantes seguem sendo explodidos. As ações ocorrem sem que os americanos apresentem provas de envolvimento dos alvos com cartéis que atuam na região.

Já foram realizados sete ataques no Mar do Caribe contra embarcações que teriam saído da Venezuela e dois alvos foram explodidos no Oceano Pacífico, rota utilizada por traficantes da Colômbia, Equador e Bolívia para o envio de drogas aos Estados Unidos.

As operações já foram criticadas pela ONU, mas são defendidas pelos americanos, que afirmam atuar em águas internacionais para evitar o fortalecimento do tráfico de drogas no próprio território.

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