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Maria Corina dedica Nobel da Paz a Trump e critica regime de Maduro

Líder da oposição venezuelana afirma que prêmio é impulso para encerrar ditadura de Nicolás Maduro; Casa Branca e Putin criticam decisão do comitê

Por Redação
REDAÇÃO

10/10/2025 • 18:45 • Atualizado em 10/10/2025 • 18:45

Maria Corina Machado, vencedora do Nobel da Paz de 2025

Maria Corina Machado, vencedora do Nobel da Paz de 2025

Comitê Norueguês do Nobel

Resumo

Líder da oposição venezuelana, Maria Corina Machado, dedica Nobel da Paz de 2025 ao ex-presidente dos EUA, Donald Trump, e ao povo venezuelano. Ela vê o prêmio como impulso para libertar a Venezuela do regime de Nicolás Maduro.

Reação da Casa Branca e de Vladimir Putin mostra descontentamento com a escolha do comitê norueguês, que foi criticado por priorizar política sobre a paz. A escolha de Corina é vista como um símbolo de resistência contra regimes opressores.

Apesar das críticas, a premiação de Maria Corina Machado é celebrada como um símbolo de esperança para aqueles que lutam por uma Venezuela democrática e resistem à opressão.

A líder da oposição venezuelana Maria Corina Machado dedicou nesta sexta-feira (10) o Prêmio Nobel da Paz de 2025 ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ao povo da Venezuela. Em seu primeiro pronunciamento público após a premiação, Corina afirmou que o reconhecimento internacional serve como “um impulso para concluir a tarefa de libertar o país do regime de Nicolás Maduro”.

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O anúncio da escolha de Corina como vencedora do Nobel provocou forte repercussão política e diplomática. A ativista agradeceu o apoio de aliados internacionais e ressaltou que a conquista é “um símbolo de esperança para todos os que resistem à opressão e sonham com uma Venezuela democrática”.

Casa Branca critica decisão do Nobel

Apesar da homenagem, a Casa Branca reagiu de forma crítica à decisão do comitê norueguês. O diretor de comunicações, Stephen Chung, afirmou que o grupo “coloca a política à frente da paz” ao escolher Corina Machado em vez de Donald Trump, que havia sido indicado ao prêmio por seus esforços diplomáticos no Oriente Médio.

O governo norte-americano não divulgou nota oficial de felicitação à venezuelana, e, segundo a imprensa internacional, Trump limitou-se a uma ligação telefônica privada para parabenizá-la, sem manifestação pública.

Putin também contesta premiação

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, também criticou o comitê do Nobel, sem defender diretamente o nome de Trump. O líder russo afirmou que o ex-presidente americano “fez muito mais pela paz no mundo” do que a vencedora venezuelana, em mais uma demonstração do alinhamento político entre Moscou e Washington na leitura sobre o prêmio deste ano.

A escolha de Maria Corina Machado reflete, para parte dos analistas, uma tentativa do comitê de destacar personalidades que enfrentam regimes autoritários. Corina é uma das principais vozes da oposição ao presidente Nicolás Maduro, que se mantém no poder desde 2013 e é acusado de perseguição política, manipulação eleitoral e repressão a opositores.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.