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Oito mortes por intoxicação por metanol são investigas no Brasil

Mais de 600 garrafas de vodca passam por perícia; casos suspeitos já somam 9 mortes no Brasil.

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02/10/2025 • 07:33 • Atualizado em 02/10/2025 • 07:33

Bebida alcóolica

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Resumo

Investigações intensificadas pela Polícia Civil de São Paulo focam em intoxicações por metanol em bebidas alcoólicas adulteradas. Mais de 600 garrafas de vodca foram apreendidas em uma distribuidora suspeita de fornecer produtos adulterados a um bar nos Jardins, onde ocorreram incidentes.

Operações policiais apreenderam 50 mil garrafas e 15 milhões de selos falsificados em todo o estado. A delegada Fabiola de Oliveira Alves lidera as investigações que buscam rastrear a origem das adulterações em diversos pontos de São Paulo.

O consumo de bebidas contaminadas com metanol resultou em nove mortes suspeitas, sendo seis em São Paulo e três em Pernambuco. Em resposta, a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária, dirigida por Karla Baêta, aumentará a fiscalização devido ao crescente número de casos.

A Polícia Civil de São Paulo intensificou as investigações sobre casos de intoxicação por metanol em bebidas alcoólicas adulteradas. Mais de seiscentas garrafas de vodca apreendidas em uma distribuidora da capital paulista vão passar por perícia. O local é suspeito de ter fornecido os produtos a um bar nos Jardins, zona oeste da cidade, onde uma vítima sofreu os efeitos da substância.

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De acordo com a delegada Fabiola de Oliveira Alves, a apuração segue até que seja identificada a origem da manipulação das garrafas. Só nesta semana, operações policiais resultaram na apreensão de 50 mil garrafas e 15 milhões de selos falsificados em diferentes pontos do estado.

Mais de 130 mil garrafas lacradas

Além da capital, a polícia fiscalizou outros quatro estabelecimentos em Barueri, na região metropolitana. Ao todo, quase 130 mil garrafas de vodca foram lacradas e só poderão ser liberadas mediante apresentação das notas fiscais.

Até o momento, já são oito mortes suspeitas no país relacionadas ao consumo da substância — em São Paulo e em Pernambuco. Ainda no estado nordestino, autoridades investigam o caso de um paciente que perdeu parte da visão após ingerir bebida contaminada. Segundo a diretora da Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária, Karla Baêta, haverá reforço nas fiscalizações diante da alta no número de ocorrências.

Vítimas em estado grave

Em São Paulo, foram registrados 39 casos de intoxicação, sendo dez já confirmados e outros 29 em investigação.

A presença de metanol em bebidas clandestinas não é novidade no país. Em 2012, um estudo da Universidade Federal de São Paulo já havia identificado a substância, além de outros elementos tóxicos como cobre, em destilados adulterados.

As autoridades de saúde e segurança reforçam que a população deve estar atenta à procedência dos produtos, exigindo sempre nota fiscal e evitando o consumo em locais sem registro ou fiscalização.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.

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