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Minas Gerais decreta emergência diante do aumento de casos de síndrome respiratória aguda grave

Medida permite contratações, repasses e aquisições emergenciais para facilitar resposta da rede pública de saúde

Por Redação
REDAÇÃO

02/05/2025 • 16:57 • Atualizado em 02/05/2025 • 16:57

Alta de doenças respiratórias

Alta de doenças respiratórias

Agência Brasil

O governo de Minas Gerais decretou, nesta sexta-feira (2), situação de emergência em saúde pública por 180 dias devido ao aumento de internações e mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no estado. A medida permite contratações, repasses e aquisições emergenciais para ampliar a capacidade de resposta da rede pública de saúde.

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Até 26 de abril, o estado já havia registrado 26.817 internações e 397 mortes por SRAG em 2025. A maioria dos casos envolve crianças de até 1 ano e idosos acima de 60 anos.

Entre as ações anunciadas estão a abertura de novos leitos, como os 12 semi-intensivos já ativados no Hospital Infantil João Paulo II, em Belo Horizonte, e a criação do Centro de Operações de Emergência em Saúde para SRAG (COE-Minas-SRAG), que vai coordenar o monitoramento e as medidas durante o período de emergência.

Situação em Florianópolis

A Prefeitura de Florianópolis decretou, na quinta (1º), estado de emergência para o aumento dos casos de síndromes respiratórias. A medida vale por seis meses para agilizar o auxílio às áreas mais afetadas.

Houve um aumento de internações em leitos de UTI na capital catarinense, sendo que 100% das vagas em hospitais foram ocupadas, inclusive em municípios da região metropolitana.

O decreto autoriza a contratação temporária de profissionais para a rede municipal de saúde e ampliação do horário de trabalho dos funcionários já contratados.