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Mônica Bergamo: Lula avalia mulheres para sucessão de Jorge Messias na AGU

Com Jorge Messias cotado para o Supremo, governo analisa nomes femininos para o comando da Advocacia-Geral da União

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16/10/2025 • 09:08 • Atualizado em 16/10/2025 • 09:08

A possibilidade de o advogado-geral da União, Jorge Messias, ser indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Supremo Tribunal Federal (STF) já movimenta os bastidores do governo e abre uma nova disputa interna sobre quem vai comandar a Advocacia-Geral da União (AGU). Segundo apurou a colunista Mônica Bergamo, da BandNews FM, o Palácio do Planalto estuda nomes de procuradores e procuradoras com perfis técnicos e proximidade política com o presidente.

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Mesmo após o jantar de Lula com ministros do STF, em que o nome do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) foi defendido para a vaga de Luís Roberto Barroso, o presidente manteve o mistério sobre o escolhido. Um dos magistrados presentes disse a Bergamo que, se o indicado fosse o preferido dos ministros, o presidente teria confirmado a escolha naquele momento. Como isso não ocorreu, Messias segue como o favorito para a cadeira no Supremo.

De acordo com Mônica Bergamo, o nome natural para a sucessão seria o do atual adjunto da AGU, Flávio Roman. No entanto, cresce a pressão para que Lula escolha uma mulher. Entre as mais cotadas estão Ana Elise Almeida, procuradora-geral da Fazenda Nacional; Clarice Costa Calisto, integrante da própria AGU; e Manoelita Hermes, também procuradora da Fazenda.

Segundo Bergamo, há um movimento crescente dentro do governo para ampliar a presença feminina em cargos de comando, especialmente na área jurídica. A escolha do próximo advogado-geral da União poderá refletir essa intenção de Lula de promover maior representatividade dentro da Esplanada dos Ministérios.

Mudanças no Supremo

Além da eventual nomeação de Jorge Messias, o cenário do Supremo Tribunal Federal deve passar por grandes transformações nos próximos anos. Com a aposentadoria de ministros como Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes, o próximo presidente da República terá direito a indicar três novos integrantes para a Corte até 2030.

Essa recomposição deve consolidar uma mudança significativa na composição do tribunal. Desde o governo Jair Bolsonaro, que indicou dois ministros, o número de novos integrantes já se aproxima de uma renovação quase completa do STF nesta década.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.

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