
Netanyahu
Reprodução/ Reuters
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, classificou, nesta quinta-feira (22), o ataque contra o casal de funcionários da Embaixada de Israel em Washington, nos Estados Unidos, como antissemita. Yaron Lischinsky e Sarah Lynn Milgrim foram mortos a tiros após deixarem um evento no Museu Judaico.
Após o caso, ele disse que vai fortalecer a segurança nas embaixadas israelenses ao redor do mundo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também se pronunciou sobre o caso. "Esses assassinatos horríveis em D.C., claramente motivados por antissemitismo, precisam acabar, agora! O ódio e o radicalismo não têm lugar nos EUA. Meus sentimentos às famílias das vítimas. É muito triste que coisas assim ainda possam acontecer! Que Deus abençoe a todos vocês!", publicou nas redes sociais.
O principal suspeito foi preso e identificado pela polícia como Elias Rodriguez, de 30 anos, natural de Chicago. Ele não estava em nenhuma lista de monitoramento das autoridades. Segundo a polícia, ele teria indicado que foi responsável pelo crime, e quando detido, gritou: "Palestina livre".
Segundo o embaixador de Israel nos EUA, Yechiel Leiter, as vítimas estavam prestes a oficializar o noivado.

