
Nicolás Maduro e policiais norte-americanos
Reuters
Resumo
Prisão de Nicolás Maduro e Cilia Flores ocorreu durante operação militar dos Estados Unidos, denominada “Resolução Absoluta”, por acusações de conspiração para narcotráfico, posse ilegal de armas e envolvimento com explosivos.
Procedimento jurídico de audiência de custódia no Tribunal Federal de Manhattan foi marcado para segunda-feira (5), visando garantir legitimidade da prisão e respeito aos direitos humanos, conforme anunciado pela procuradora-geral Pam Bondi.
Operação resultou em 80 mortes, segundo o jornal The New York Times, após bombardeios americanos em Caracas e estados próximos, e contou com acompanhamento do presidente Donald Trump em transmissão ao vivo.
O ditador venezuelano Nícolas Maduro e a esposa dele, Cilia Flores, passarão por uma audiência de custódia no Tribunal Federal do Distrito Sul de Manhattan, na cidade de Nova York, nesta segunda-feira (5), às 14h (de Brasília).
O procedimento jurídico é obrigatório e visa garantir a legitimidade da prisão, onde avalia o respeito aos direitos humanos e os próximos passos da apreensão. O processo foi anunciado neste sábado (3) pela procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi.
Maduro e Cilia foram presos em meio à operação “Resolução Absoluta”, acusados de conspiração para o narcotráfico, conspiração para importação de cocaína, posse ilegal de metralhadoras e dispositivos explosivos e conspiração para posse de metralhadoras.
O ataque foi resultado de meses de preparo das Forças Armadas americanas, além da escalada de tensões entre os dois países com os bombardeios dos Estados Unidos às embarcações no Mar do Caribe.
O presidente Donald Trump acompanhou à operação em transmissão ao vivo na mansão “Mar-a-Lago”, na Flórida. O líder comemorou a prisão do ditador e do bombardeio realizado em regiões da capital de Caracas, além de atingir os estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Segundo informações do The New York Times, 80 pessoas foram mortas durante a operação, incluindo civis e militares.
Maduro passou a noite no centro de segurança máxima de Detenção Metropolitano, no Brooklyn, único presídio federal em Nova York.
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