Band News FM
BandNews FM

Nikolas Ferreira critica decisão de Moraes de proibir uso de celular em visita a Bolsonaro

Ministro do STF deu prazo de 24 horas para defesa do ex-presidente explicar o uso irregular do deputado

BANDNEWS FM

26/11/2025 • 23:48 • Atualizado em 26/11/2025 • 23:48

Nikolas Ferreira chama decisão de Moraes de "patética" uso de celular em visita a Bolsonaro

Nikolas Ferreira chama decisão de Moraes de "patética" uso de celular em visita a Bolsonaro

Reprodução

Resumo

O deputado Nikolas Ferreira criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, ao chamar de “patética” a exigência feita à defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A visita de Nikolas Ferreira a Bolsonaro, em prisão domiciliar, ocorreu na sexta-feira (21), quando o deputado usou o celular durante a conversa, contrariando proibição judicial imposta pelo STF tanto para visitantes quanto para o ex-presidente.

O ministro Alexandre de Moraes determinou que a defesa de Bolsonaro explique em até 24 horas o uso irregular do aparelho, enquanto Nikolas afirmou pelas redes sociais desconhecer a suspensão e classificou a reação do STF como exagerada e intimidadora.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se pronunciou contra o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e chamou de “patética” a exigência do ministro para a defesa de Bolsonaro.

Compartilhar

Nikolas Ferreira visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro, que estava em prisão domiciliar, na última sexta-feira (21). Durante a conversa, o deputado utilizou o celular, mesmo com “expressa proibição judicial” do STF. Segundo Moraes, a visita foi permitida, mas o uso dos aparelhos estava proibido para visitantes e para o ex-presidente.

O ministro Alexandre de Moraes determinou que a defesa de Jair Bolsonaro deve explicar, em até 24 horas, o motivo do uso irregular do aparelho.

Por meio das redes sociais, o parlamentar afirmou que não sabia sobre a suspensão e que o celular “não foi usado para comunicação externa”. Nikolas declarou também que criminosos usam celulares no dia a dia da prisão e o Supremo Tribunal Federal não se mobiliza, mas “celular de visita vira caso de ‘gravidade institucional’. Não é justiça, é teatro para intimidar, é patético.”