
ONU realiza reunião de emergência com embaixadores de EUA e Venezuela
Reprodução: UN Photo/Mark Garten
Em reunião emergencial do Conselho de Segurança da ONU nesta segunda-feira (5), convocada após a operação militar ordenada por Donald Trump, os Estados Unidos declararam que não estão em guerra contra a Venezuela ou o povo do país.
Por outro lado, o embaixador venezuelano Samuel Moncada, classificou a ação dos americanos no último sábado (3) como um “ataque armado ilegítimo, sem qualquer justificativa legal”. Os Estados Unidos se protegeram das críticas e chamaram o ditador Nicolás Maduro e a sua esposa, Cillia Flores, de “fugitivos da Justiça” e narcoterroristas.
O embaixador americano da ONU, Mike Waltz, declarou que os Estados Unidos prenderam um narcotraficante que irá enfrentar o julgamento americano pelos crimes cometidos por 15 anos.
A Venezuela solicitou para que o Conselho de Segurança da ONU dê garantias que os americanos não se apropriem dos recursos naturais do país sul-americano. Mike Waltz declarou que não irá realizar uma ocupação na Venezuela.
Os Estados Unidos não divulgaram a quantidade de mortos na operação americana, apenas soldados americanos receberam ferimentos, porém, sem risco de vida.
O ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino López, declara que grande parte da equipe de segurança de Nicolás Maduro foram mortos na operação e 32 cidadãos morreram no ataque. Samuel Moncada afirma que as instituições da Venezuela funcionam normalmente e a ordem constitucional foi preservada.
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