
Trump e Maduro
Reprodução/Reuters
Resumo
Uma nota conjunta o Brasil, México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha manifestaa preocupação com ações militares dos Estados Unidos na Venezuela, reitera defesa dos princípios da Carta das Nações Unidas e destaca busca por estabilidade e paz regional.
Os governos envolvidos rejeitam operações militares americanas por contrariar o direito internacional, violar a soberania venezuelana e criar risco para a segurança civil e a ordem internacional, além de defenderem solução pacífica, diálogo e negociação conduzidos exclusivamente pelos venezuelanos.
Grupo reforça compromisso com a América Latina como zona de paz, apela à união regional, solicita atuação da ONU e expressa preocupação com tentativas de controle externo de recursos naturais da Venezuela, consideradas ameaça à estabilidade regional.
Os governos do Brasil, México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha, em nota oficial conjunta divulgada neste domingo (4), expressaram profunda preocupação com as recentes ações militares unilaterais executadas pelos Estados Unidos na Venezuela. O posicionamento reitera a defesa dos princípios consagrados na Carta das Nações Unidas e busca assegurar a estabilidade e a paz na região.
Em um comunicado, os governos manifestaram rechaço às operações militares que, segundo a nota, contrariam os princípios fundamentais do direito internacional, como a proibição do uso da força e a violação da soberania venezuelana. A ação, conforme dito na nota, representa um grave precedente para a paz regional e coloca em risco a segurança da população civil, além de desestabilizar a ordem internacional.
O texto também reafirma a necessidade de uma solução pacífica para a crise venezuelana, defendendo o diálogo e a negociação como única via para a resolução do impasse. A posição unificada dos países latinos deixa claro que qualquer solução deve ser conduzida exclusivamente pelos venezuelanos, sem ingerências externas, respeitando as escolhas do povo do país.
Além disso, o grupo de países destacou o compromisso com a América Latina como uma zona de paz, baseada no respeito mútuo. Os governos apelam à união regional, além de solicitarem a atuação das Nações Unidas e outras organizações multilaterais para contribuir com a desescalada da crise e garantir a estabilidade da região.
Por fim, a nota expressou preocupação com qualquer tentativa de controle externo de recursos naturais ou estratégicos na Venezuela, considerando essa prática incompatível com o direito internacional e uma ameaça à estabilidade da região.
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