
Pirataria de brinquedos preocupa e traz riscos à saúde das crianças
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Resumo
Pirataria de brinquedos alerta para riscos à saúde e segurança das crianças, especialmente próximo ao Dia das Crianças. Produtos falsificados causam prejuízos bilionários e representam perigos como intoxicações e acidentes.
Associação Brasileira de Combate à Falsificação relata que o comércio ilegal movimentou R$ 470 bilhões em 2024, crescendo 27% em relação ao ano anterior. Brinquedos falsificados são fabricados sem controle, utilizando materiais tóxicos e peças perigosas.
Medidas de proteção incluem verificar o selo do Inmetro, desconfiar de preços muito baixos e denunciar vendas suspeitas. A fiscalização mais rígida e a educação do consumidor são essenciais para combater esse mercado ilegal.
Às vésperas do Dia das Crianças, o alerta é para um problema que vai muito além do bolso: o aumento da pirataria de brinquedos no Brasil. A data, uma das mais movimentadas do varejo, reacende o debate sobre os riscos do consumo de produtos falsificados — que, além de causarem prejuízos bilionários à economia, representam ameaças à saúde e à segurança infantil.
De acordo com a Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF), o comércio ilegal movimentou R$ 470 bilhões em 2024, um aumento de 27% em relação ao ano anterior. O impacto atinge diversos setores, de bebidas e eletrônicos até cosméticos e brinquedos, e se espalha tanto no comércio físico quanto nas plataformas online.
“Os brinquedos originais passam por rigorosos testes de segurança e são certificados pelo Inmetro. Já os falsificados não passam por nenhum tipo de controle”, explica a advogada Natália Gigante, mestre em Propriedade Intelectual e Inovação.
Brinquedos falsos podem causar intoxicações e acidentes
Segundo Natália, os brinquedos piratas podem ser fabricados com materiais tóxicos, como tintas com alto teor de chumbo ou plásticos inadequados, e podem conter peças pequenas ou cortantes, que aumentam o risco de engasgos e ferimentos.
“Produtos sem certificação podem causar danos sérios às crianças. Em casos de brinquedos eletrônicos, por exemplo, o perigo é ainda maior, já que o uso de componentes irregulares pode provocar curto-circuitos e choques elétricos”, alerta a especialista.
Além do risco físico, os brinquedos falsificados também não garantem a durabilidade nem o funcionamento adequado, frustrando pais e responsáveis que acreditam estar comprando produtos de qualidade a preços mais baixos.
Pirataria em alta no Brasil
O tema ganhou ainda mais destaque nas últimas semanas, após o aumento de casos de intoxicação por bebidas adulteradas com metanol, especialmente no estado de São Paulo — um exemplo de como o mercado ilegal atinge diversos segmentos e coloca em risco a população.
A Associação Brasileira de Combate à Falsificação reforça que o combate ao comércio ilegal exige fiscalização mais rígida, educação do consumidor e o fortalecimento da cooperação entre órgãos públicos e empresas.
Como se proteger na hora da compra
Os especialistas orientam os consumidores a verificar a presença do selo do Inmetro na embalagem, evitar produtos vendidos em locais sem procedência clara e desconfiar de preços muito abaixo do mercado. Também é importante denunciar pontos de venda suspeitos a órgãos como o Procon e a Receita Federal.
Com o crescimento das compras online, a recomendação é redobrar a atenção com marketplaces e perfis de redes sociais que vendem produtos sem garantia. A pirataria, além de prejudicar a economia formal, pode transformar um presente do Dia das Crianças em um risco à vida.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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